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	<title>Center for a Stateless Society &#187; solidarity economy</title>
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	<description>building public awareness of left-wing market anarchism</description>
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		<title>“Economia Verde?” Não Somos Verdes o Bastante para Comprá-la</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Aug 2012 23:00:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Kevin Carson]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Portuguese]]></category>
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		<description><![CDATA[Carson: Hora de decidir, Capitalismo "Verde" ou Economia de Solidariedade? Você não deveria ter de pensar muito.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>The following article is translated into Portuguese from the <a href="http://c4ss.org/content/10972">English original, written by Kevin Carson</a>.</p>
<p>Na declaração da Rio +20 do mês passado (Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável), <a href="http://www.ripess.org/ripess-rio20-declaration/?lang=en">“A Economia de Que Necessitamos,”</a> a RIPESS (acrônimo em francês para Rede Intercontinental para Promoção da Economia Social e de Solidariedade) desqualifica o modelo da “assim chamada economia verde” promulgado “por governos e corporações,” com o desprezo que ele merece.</p>
<p>Há pelo menos dois problemas com o movimento da economia verde. O primeiro é destacado na declaração da RIPESS: É realmente uma tentativa pintada de verde para criar um novo modelo pintado de verde de acumulação de capital para o capitalismo corporativo global, baseado na “commodificação das comuns.”</p>
<p>O Capitalismo Verde (ou Progressista, ou Cognitivo), como a primeira Revolução Industrial, está baseado em processo de larga escala de acumulação primitiva (expressão técnica que os marxistas usam a qual significa  “assalto maciço”).</p>
<p>A acumulação primitiva que precedeu a ascensão do sistema de fábricas na Grã-Bretanha industrial envolveu o cercado das terras comuns: Primeiro de uma porção majoritária dos Campos Abertos para pastagem de ovelhas durante diversos séculos no final do tempo medieval e início do moderno, depois os Cercados Parlamentares de pastos comuns, áreas cobertas de árvores e para lixo no século 18.</p>
<p>O novo modelo pintado de verde do capitalismo de estado corporativo, como sugere a declaração da RIPESS, consegue a acumulação primitiva por meio do cercado das comuns de informação. O economista Paul Romer chama-o de “teoria do novo crescimento.” Baseia-se no cercado da informação digital e da inovação — coisas que são naturalmente grátis — como fonte de rentismo. Esse modelo “progressista” de capitalismo, promovido por Warren Buffett, Bill Gates e Bono, assenta-se ainda mais em patentes e copyrights do que a versão hoje existente de capitalismo corporativo.</p>
<p>O modelo “capitalista verde” é concebido como reação à principal ameaça com que se defronta o capitalismo corporativo e seu modelo de acumulação de capital: Tecnologias de abundância. Se permitida operar sem tolhimento, a livre adoção de tecnologias de baixo custo e produção efêmera e o efeito deflacionário radical de informações digitais livremente replicáveis não apenas destruiria a maior parte dos lucros corporativos como tornaria a maior parte do capital de investimento supérflua.</p>
<p>É essa ameaça, à parte de toda a retórica “progressista,” que o “capitalismo verde” está concebido para bloquear. É um esforço de última trincheira para resgatar um sistema inteiro de privilégio de classe e de exploração econômica baseado em escassez artificial do impacto revolucionário da abundância.</p>
<p>O modelo de Economia de Solidariedade promovido pela RIPESS — e por meus parceiros anticapitalistas de livre mercado do Centro por uma Sociedade sem Estado — é exatamente o oposto. O que procuramos é uma economia auto-organizada descentralizada, na qual pessoas comuns valem-se das novas tecnologias de abundância (tais como as tecnologias de produção de baixo custo e informação grátis) para construir uma economia pertencente a nós próprios na qual as enormes acumulações de terra e capital das classes rentistas são inúteis.</p>
<p>Isso foi pressagiado pelas cooperativas Owenite dos anos 1830s, nas quais varejistas sem emprego empreenderam produção em lojas cooperativas, comerciando seus artigos com seus parceiros trabalhadores em troca da moeda alternativa denominada Notas de Labor, em trocas de escambo. O problema era que esse modelo só funcionava para comércio artesanal onde as ferramentas de produção ainda fossem acessíveis individualmente. Nâo funcionava em formas de produção industrial dependentes de maquinário de grande porte, especializado, e extremamte caro. Os Cavaleiros do Labor aprenderam isso pelo caminho mais árduo quatro décadas mais tarde, quando seus esforços para criar cooperativas de trabalhadores colidiram de frente com os custos de capitalização do sistema de fábricas.</p>
<p>O lado positivo da época em que vivemos é que nova tecnologia de produção está revertendo esse processo. Crescente fatia do que se fabrica ocorre em fabriquetas que utilizam máquinas operatrizes baratas, de propósito geral, de controle numérico por computador. Uma fabriqueta de garagem equipada com torno mecânico de código aberto, roteador, impressora  3-D etc., custando de $10.00 a 20.000 dólares, pode produzir bens que, no passado, requeriam fábrica de um milhão de dólares. E parcela muito maior é susceptível de tais métodos de produção. Na produção de alimentos, horticultura solo-intensiva de canteiros elevados revelou-se muito mais produtiva do que a agricultura industrial. Novas técnicas, como as de John Jeavons, estão tornando-a ainda mais produtivas.</p>
<p>É tecnologicamente viável trabalhadores e consumidores promoverem e desenvolverem por si próprios uma economia inteira segundo o modelo owenista, com muito pouco em termos de ativos de terra e capital.</p>
<p>Assim, a pergunta é, que modelo desejamos seguir? Cedermos ao modelo Hamiltoniano pintado de verde dos “progressistas” como Gates e Buffett, voltado para proteger os lucros deles dos efeitos radicalmente deflacionários da abundância? A outra opção é defendermos esses efeitos deflacionários em benefício de nós próprios, substituindo a dominação dos chefes, da labuta interminável e das dívidas por uma sociedade de governo autônomo, lazer e cooperação mútua.</p>
<p>Você não deveria demorar muito para chegar a uma conclusão.</p>
<p>Artigo original afixado por <a href="http://c4ss.org/content/10972">Kevin Carson em 12 de julho de 2012</a>.</p>
<p>Traduzido do inglês por <a href="http://zqxjkv0.blogspot.com.br/2012/08/c4ss-green-economy-were-not-green.html">Murilo Otávio Rodrigues Paes Leme</a>.</p>
 <p><a href="http://c4ss.org/?flattrss_redirect&amp;id=11555&amp;md5=a8bf284a89f9b4b87a1be1a4c55f1e96" title="Flattr" target="_blank"><img src="http://c4ss.org/wp-content/themes/center2013/images/flattr.png" alt="flattr this!"/></a></p>]]></content:encoded>
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		<title>&#8220;Green Economy?&#8221; We&#8217;re Not Green Enough to Buy It</title>
		<link>http://c4ss.org/content/10972</link>
		<comments>http://c4ss.org/content/10972#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 12 Jul 2012 18:00:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Kevin Carson]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Commentary]]></category>
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		<description><![CDATA[Carson: Time to decide, "Green" Capitalism or Solidarity Economy? You shouldn't have to think about it long.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>In last month&#8217;s Rio +20 (UN Conference for Sustainable Development) declaration, <a href="http://www.ripess.org/ripess-rio20-declaration/?lang=en">&#8220;The Economy We Need,&#8221;</a> RIPESS (French acronym for Intercontinental Network for the Promotion of Social and Solidarity Economy) dismisses the &#8220;so-called green economy&#8221; model promulgated &#8220;by governments and corporations&#8221; with the contempt it deserves.</p>
<p>There are at least two problems with the green economy movement. The first is highlighted in the RIPESS declaration: It is really a greenwashed attempt to create a new, greenwashed model of capital accumulation for global corporate capitalism, based on &#8220;the commodification of the commons.&#8221;</p>
<p>Green (or Progressive, or Cognitive) Capitalism, like the first Industrial Revolution, is based on a large-scale process of primitive accumulation (a technical term Marxists use that means &#8220;massive robbery&#8221;).</p>
<p>The primitive accumulation preceding the rise of the factory system in industrial Britain involved the enclosure of common lands: First of a major portion of the Open Fields for sheep pasturage over several centuries in late medieval and early modern times, then the Parliamentary Enclosures of common pasture, woodland and waste in the 18th century.</p>
<p>The new greenwashed model of corporate-state capitalism, as the RIPESS declaration suggests, achieves primitive accumulation through the enclosure of the information commons. Economist Paul Romer calls it the &#8220;new growth theory.&#8221; It&#8217;s based on enclosing digital information and innovation &#8212; things which are naturally free &#8212; as a source of rents. This &#8220;progressive&#8221; model of capitalism, promoted by Warren Buffett, Bill Gates and Bono, is even more heavily reliant on patents and copyrights than the existing version of corporate capitalism.</p>
<p>The &#8220;green capitalist&#8221; model is intended as a response to the primary threat facing corporate capitalism and its model of capital accumulation: Technologies of abundance. If allowed to operate without hindrance, the free adoption of low-cost, ephemeral production technologies and the radical deflationary effect of freely replicable digital information would not only destroy most existing corporate profits but render most investment capital superfluous.</p>
<p>It&#8217;s this threat, all the &#8220;progressive&#8221; rhetoric aside, that &#8220;green capitalism&#8221; is intended to head off. It&#8217;s a last-ditch effort to rescue an entire system of class privilege and economic exploitation based on artificial scarcity from the revolutionary impact of abundance.</p>
<p>The Solidarity Economy model promoted by RIPESS &#8212; and by my free market anticapitalist comrades at the Center for a Stateless Society &#8212; is just the opposite. What we seek is a self-organized, decentralized economy, in which ordinary people take advantage of new technologies of abundance (like low-cost production technologies and free information) to build an economy of our own in which the rentier classes&#8217; huge accumulations of land and capital are worthless.</p>
<p>This was foreshadowed by the Owenite cooperatives of the 1830s, in which unemployed tradesmen undertook production in cooperative shops, marketing their wares to their fellow workers for Labor Notes in barter exchanges. The problem was that this model only worked for craft trades in which the tools of production were still individually affordable. It didn&#8217;t work in forms of industrial production which relied on large, specialized, and extremely expensive machinery. The Knights of Labor learned this the hard way four decades later when their efforts at creating worker cooperatives ran head-on against the capitalization costs of the factory system.</p>
<p>The beauty of the age we live in is that new production technology is reversing this process. A growing share of manufacturing takes place in job shops using cheap, general-purpose CNC machine tools. A garage shop equipped with open-source lathe, router, 3-D printer, etc., costing $10-20,000 can produce goods that once required a million dollar factory. And a much larger share is amenable to such production methods. In food production, soil-intensive raised-bed horticulture was already far more productive than industrial agriculture. New techniques, like those of John Jeavons, are making it more productive still.</p>
<p>It&#8217;s technologically feasible for workers and consumers to bootstrap almost an entire economy on the Owenite model, with very little in the way of land and capital assets.</p>
<p>So the question is, which model do we want to follow? Do we knuckle under to the greenwashed Hamiltonian model of &#8220;progressives&#8221; like Gates and Buffett, aimed at protecting their profits against the radical deflationary effects of abundance? Or do harness these deflationary effects for people like ourselves, replacing the domination of bosses, toil and debt with a society of self-governance, leisure and mutual cooperation.</p>
<p>You shouldn&#8217;t have to think about it long.</p>
<p>Translations for this article:</p>
<ul>
<li>Portuguese, <a href="http://c4ss.org/content/11555">“Economia Verde?” Não Somos Verdes o Bastante para Comprá-la</a>.</li>
<li>Spanish, <a href="http://c4ss.org/?p=31097">&#8220;‘Economía verde’: demasiado verde para ser buena&#8221;.</a></li>
</ul>
 <p><a href="http://c4ss.org/?flattrss_redirect&amp;id=10972&amp;md5=02e4d40a8956000daec03636c8f1fd95" title="Flattr" target="_blank"><img src="http://c4ss.org/wp-content/themes/center2013/images/flattr.png" alt="flattr this!"/></a></p>]]></content:encoded>
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