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	<title>Center for a Stateless Society &#187; petróleo</title>
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		<title>Paul Krugman conquista os marcianos</title>
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		<pubDate>Mon, 29 Dec 2014 23:00:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Joel Schlosberg]]></dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Paul Krugman recentemente argumentou que &#8220;conquistar é para perdedores&#8221; (&#8220;<a href="http://www.nytimes.com/2014/12/22/opinion/paul-krugman-putin-neocons-and-the-great-illusion.html">Conquest is for Losers</a>&#8220;, <em>New York Times</em>, 21 de Dezembro) como Vladimir Putin: &#8220;Não é possível tratar uma sociedade moderna da forma que a antiga Roma tratava uma província conquistada sem destruir as riquezas que você está tentando conquistar. Nesse meio tempo, a guerra ou a ameaça da guerra, ao perturbar o comércio e as conexões financeiras, causa grandes custos, muito mais altos do que os gastos diretos de manutenção e emprego de exércitos. A guerra torna você mais pobre e fraco, mesmo se você vencer&#8221;.</p>
<p>Quando os agressores de fato lucram no mundo atual, isso ocorre &#8220;invariavelmente em locais onde matérias-primas são a única fonte real de riqueza&#8221;, através da extração de bens portáteis como diamante e marfim. Porém, a riqueza interconectada e intangível das finanças modernas não pode ser roubada dessa maneira. A invasão de Putin da Crimeia foi uma vitória militar fácil, mas que rapidamente se tornou um problema econômico, multiplicado pela exclusão da Rússia do suporte financeiro global.</p>
<p>Esse excelente resumo dos benefícios da cooperação econômica, explicando a divisão do trabalho e a heterogeneidade da riqueza, é bem vindo quando escrito pelo economista que disse em 14 de setembro de 2001 que &#8220;o ataque terrorista &#8212; como o dia da infâmia, que acabou com a Grande Depressão &#8212; poderia trazer alguns benefícios econômicos&#8221;, uma vez que &#8220;a destruição não é grande se comparada à economia, mas a reconstrução gerará pelo menos alguns aumentos de gastos empresariais&#8221;, e que afirmou na CNN que &#8220;se nós descobríssemos que alienígenas planejam um ataque e precisaríamos de um acúmulo enorme para contra-atacar a ameaça alien, colocando inflação e déficits orçamentários como considerações secundárias, esta recessão acabaria em 18 meses&#8221; (desde então, Krugman afirmou que estava fazendo uma &#8220;piada&#8221; no último caso, mas a versão do 11 de setembro não é tão engraçada).</p>
<p>Neoconservadores, como Krugman observa, elogiam abertamente os métodos de Putin, identificando-os como versões mais diretas dos seus (e ignorando seu keynesianismo militar). Esses paralelos são inevitáveis em economistas estatistas. Outras agências com iniciais diferentes podem ser mais leves que a KGB, mas &#8220;a violência e as ameaças de violência, suplementadas pelo suborno e pela corrupção&#8221; permanecem sua única fonte de riqueza. Outra coluna com a mesma tese (&#8220;<a href="http://www.nytimes.com/2014/08/18/opinion/paul-krugman-why-we-fight.html">Why We Fight</a>&#8220;, 18 de agosto) observa: &#8220;É muito difícil extrair ovos de ouro de economias sofisticadas sem matar a galinha no processo&#8221;. Essas mudanças em direção à heterogeneidade e à descentralização, auxiliadas por possibilidades nascentes como as criptomoedas, dificuldam a extração de riqueza e a tornam mais difícil de taxar.</p>
<p>O estado keynesiano do século 20 foi construído sobre uma base econômica de uso massivo de matérias-primas, inclusive o petróleo que Krugman aponta como o motivo oculto da existência do ISIS. Ironicamente, ninguém foi mais presciente sobre a necessidade de transcender a economia baseada em combustíveis fósseis que um dos maiores representantes do movimento libertário &#8212; que frequentemente é visto como só uma fachada das grandes petroleiras &#8212; Karl Hess. No documentário vencedor do Oscar de 1980 <em>Karl Hess: Toward Liberty</em>, ele observou: &#8220;A energia solar tem implicações muito amplas. Ela está disponível em todo o mundo. É muito descentralizada. Se a energia puder ser coletada em qualquer parte da Terra, isso significa que mecanismos centrais não são necessários, que podemos produzir coisas importantes localmente&#8221;. Logo, &#8220;o Sol diz &#8216;liberdade'&#8221;. Da mesma forma que a economia livre que ele alimentaria.</p>
<p><em>Traduzido por <a href="http://c4ss.org/content/author/erick-vasconcelos">Erick Vasconcelos</a>.</em></p>
 <p><a href="http://c4ss.org/?flattrss_redirect&amp;id=34602&amp;md5=51589fe6c9bbc41b01a373d227edd354" title="Flattr" target="_blank"><img src="http://c4ss.org/wp-content/themes/center2013/images/flattr.png" alt="flattr this!"/></a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Patriarcado con Esteroides: La Fiebre de la Cirugía Plástica en Venezuela</title>
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		<pubDate>Sat, 23 Nov 2013 21:00:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Alan Furth ES]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Spanish]]></category>
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		<description><![CDATA[La última vez que estuve en mi Caracas natal, hace unos años, me impresionó lo común que se había convertido la cirugía cosmética entre las mujeres. Desde entonces he estado pensando sobre lo que podría haber originado esa tendencia, y cuando leí el artículo que William Neuman escribió al respecto para el New York Times,...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>La última vez que estuve en mi Caracas natal, hace unos años, me impresionó lo común que se había convertido la cirugía cosmética entre las mujeres.</p>
<p>Desde entonces he estado pensando sobre lo que podría haber originado esa tendencia, y cuando leí <a href="http://www.nytimes.com/2013/11/07/world/americas/mannequins-give-shape-to-venezuelan-fantasy.html">el artículo que William Neuman escribió al respecto para el New York Times</a>, me sorprendió lo mucho en que mis ideas coinciden con las suyas.</p>
<p>Digo que me sorprendió coincidir con Neuman porque a diferencia de muchos análisis de este tipo, en los que se asume una <a href="http://c4ss.org/content/22362">falsa dicotomía entre los fenómenos económicos y sociales</a>, el artículo de Neuman propone que la causa fundamental del problema tiene mucho que ver con la estructura de la economía venezolana:</p>
<blockquote><p>&#8220;&#8230;el mismo recurso del que depende el gobierno&#8211;las reservas estimadas de petróleo más grandes del mundo&#8211;ha alimentado durante mucho tiempo una cultura de consumismo y dinero fácil en el país, además de una propensión a la gratificación inmediata y a recurrir a soluciones superficiales a los problemas&#8221;.</p></blockquote>
<p>Sin embargo, el artículo no aplica la navaja de Occam con la rigurosidad necesaria para aclarar lo crucial que es entender el rol del petróleo como causa última de la fijación que las mujeres venezolanas tienen con la cirugía plástica.</p>
<p>Por ejemplo, Neuman cita a Lauren Gulbas, una antropóloga e investigadora feminista de Darmouth College que ha estudiado las actitudes hacia la cirugía plástica en Venezuela diciendo que,</p>
<blockquote><p>&#8220;En Venezuela hay una fuerte noción de la &#8216;buena presencia&#8217;&#8230; que comunica que uno posee ciertos atributos que señalan que uno es un trabajador serio y responsable, una persona honesta&#8230; se asocia una virtud a un aspecto físico particular&#8221;.</p></blockquote>
<p>A pesar de que se señala al petróleo como la posible causa principal del fenómeno, la cultura de dinero fácil, el consumismo y la tendencia a la gratificación inmediata que se dice son creadas por el petróleo, no son suficientes para explicar la fijación de las mujeres con la cirugía plástica en lugar de con cualquier otro bien de status. Y francamente no puedo entender cómo Gulbas concluye que las mujeres escogen agrandar sus pechos, inflar sus nalgas o hacerse más gruesos los labios para dar a entender que son trabajadoras honestas y responsables. Es evidente que la razón primordial por la que deciden modificar su cuerpo de esta manera es para hacerse más atractivas sexualmente.</p>
<p>La más clara consecuencia del enorme poder que el estado ha acumulado históricamente a través del monopolio petrolero en Venezuela es una gran capacidad para controlar y distorsionar todos los aspectos de la economía del país, lo que se ha traducido, con el paso de los años, en el creciente bloqueo del acceso de la gente a medios genuinamente económicos para obtener riqueza.</p>
<p>Obviamente, el principal medio no económico para acceder a la riqueza en esas circunstancias es la política. Pero debido a que los medios políticos para acceder a la riqueza son necesariamente mucho más escasos en comparación con las oportunidades económicas que prevalecerían en un mercado libre, la gente también invertirá mucho tiempo y energía en afiliarse de la manera más cercana posible a aquellos que tienen acceso más directo al poder político. Y el matrimonio es una manera muy efectiva de crear ese tipo de afiliaciones.</p>
<p>Bajo estas circusntancias no debería sorprender que la gente caiga en una especie de guerra armamentista, una competencia encarnizada de suma cero por hacerse más atractivo al sexo opuesto. Porque en caso de que no tengan éxito en el riesgoso juego de la obtención de riqueza a través de las conexiones políticas, la alternativa más efectiva es casarse con alguien que sí haya sido exitoso en ese juego.</p>
<p>(Cabe notar que el hecho de que en Venezuela prevalezca un estándar tan estereotipado de belleza física contradice frontalmente la noción progresista convencional según la cual esos estereotipos son creados por los mercados libres).</p>
<p>Y no habría razón para esperar que las mujeres sean más propensas a caer en esa perversa dinámica social si no fuera por <a href="http://c4ss.org/content/22101">la influencia del patriarcado</a>, que sesga las oportunidades económicas a favor de los hombres y en detrimento de las mujeres incluso en ausencia de los rocambolescos obstáculos creados por el tipo de políticas económicas vigentes actualmente en Venezuela.</p>
<p>Hay una noción prejuiciada dentro y fuera de la academia que puede llevar a algunos a argumentar que todo el asunto se reduce al machismo, término frecuentemente usado para denotar que supuestamente la forma de patriarcado que prevalece en los países de América Latina es más fuerte que en la mayoría del resto de las sociedades occidentales.</p>
<p>Pero más que una herencia social perversa, el patriarcado es ubicuo. Y si puede decirse que muchos factores sociales contribuyen a fortalecer sus patológicas consecuencias, las economías altamente estatizadas le inyectan esteroides. En Venezuela, o en cualquier otro lugar del mundo.</p>
<p>Traducciones de este artículo:</p>
<ul>
<li>Inglés, <a href="http://c4ss.org/content/22567">Patriarchy on Steroids: The Case of Venezuelan Plastic Surgery Fever</a>.</li>
</ul>
 <p><a href="http://c4ss.org/?flattrss_redirect&amp;id=22693&amp;md5=a75579bc37d37cbe92c2d6977bf36f3d" title="Flattr" target="_blank"><img src="http://c4ss.org/wp-content/themes/center2013/images/flattr.png" alt="flattr this!"/></a></p>]]></content:encoded>
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