<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Center for a Stateless Society &#187; nobreza</title>
	<atom:link href="http://c4ss.org/content/tag/nobreza/feed" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://c4ss.org</link>
	<description>building public awareness of left-wing market anarchism</description>
	<lastBuildDate>Sat, 24 Jan 2015 03:46:54 +0000</lastBuildDate>
	<language>en-US</language>
		<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
		<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=4.0.1</generator>
	<item>
		<title>Guerras &#8220;civilizadas&#8221; são guerras perpétuas</title>
		<link>http://c4ss.org/content/33721</link>
		<comments>http://c4ss.org/content/33721#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 22 Nov 2014 23:00:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Christiaan Elderhorst]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Portuguese]]></category>
		<category><![CDATA[Stateless Embassies]]></category>
		<category><![CDATA[complexo militar-industrial]]></category>
		<category><![CDATA[drones]]></category>
		<category><![CDATA[Estados Unidos]]></category>
		<category><![CDATA[exército]]></category>
		<category><![CDATA[guerra perpétuac]]></category>
		<category><![CDATA[guerras]]></category>
		<category><![CDATA[militarismoe]]></category>
		<category><![CDATA[nobreza]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://c4ss.org/?p=33721</guid>
		<description><![CDATA[Fontes internas do exército americano recentemente relataram que uma escassez de drones (veículos aéreos não-tripulados) desacelerou a guerra contra o Estado Islâmico (ISIS). Isso ocorreu depois que o presidente Obama afirmou que as restrições impostas às ações militares de drones para minimizar as vítimas civis não serão aplicadas à Síria e ao Iraque. Os analistas...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Fontes internas do exército americano recentemente relataram que uma escassez de drones (veículos aéreos não-tripulados) desacelerou a guerra contra o Estado Islâmico (ISIS). Isso ocorreu depois que o presidente Obama afirmou que as restrições impostas às ações militares de drones para minimizar as vítimas civis não serão aplicadas à Síria e ao Iraque. Os analistas concluem que se a falta de drones forçar os EUA a enviarem tropas para a Síria e para o Iraque, podemos esperar que o aumento do número de mortos faça com que o ISIS consiga aumentar exponencialmente o número de recrutamentos. Especialistas em inovação defendem a expansão do papel dos drones em ações militares. Afirmam que seu objetivo seja a redução das mortes de civis, diminuindo as chances de retaliações e vingança.</p>
<p>Seu objetivo é nobre. Na verdade, &#8220;nobre&#8221; é uma descrição muito precisa: em 1139, o papa Inocêncio II proibiu o uso de bestas (armas mecânicas para atirar flechas) para proteger a posição de nobreza da sociedade europeia. A função primária da nobreza europeia à época era fornecer à realeza soldados caros e bem treinados. A besta era uma arma barata, fácil de utilizar e muito poderosa. Com uma semana de treinamento, um camponês era capaz de matar um cavaleiro de armadura. A ideia de que exércitos de camponeses fossem capazes de dizimar habilidosos soldados era considerada desprovida de cavalheirismo. A proibição da besta era, literalmente, &#8220;nobre&#8221;.</p>
<p>Quando se deparam com oponentes que adotam estratégias e táticas novas, os poderes estabelecidos rapidamente declaram que seus inimigos são incivilizados. Grupos militantes e camponeses não se encaixam na definição de cavalheiresca da teoria ritualizada da guerra justa da OTAN. Ações com drones são vistas como respostas civilizadas, legitimando o envolvimento dos EUA ao mesmo tempo em que minimizam a natureza cruel da guerra. E assim o terror das populações locais através de ataques indiscriminados com drones continua. O remédio proposto para esse terror não é o fim da guerra &#8212; que seria impensável e pouco lucrativo &#8212; mas somente melhorar sua execução.</p>
<p>Várias ideias já foram sugeridas para minimizar a quantidade de vítimas inocentes. A filósofa Christine Boshuijzen afirma que oficiais que têm dificuldades em lidar com a tecnologia são uma das razões para as mortes de civis. O doutorando Dieuwertje Kuijpers pede mais transparência democrática para a CIA. O professor de inteligência artificial Gustzi Eiben pretende melhorar o software de reconhecimento e rastreamento de rostos nos drones. O cientista da computação Arnoud Visser declara que a solução é a automatização total do processo de matança através da programação de drones com algoritmos que controlem as margens de erro aceitáveis. Essas mudanças podem, de fato, diminuir o número de mortes de inocentes. A guerra com drones seria muito mais eficiente. Porém, nosso objetivo é ser eficiente?</p>
<p>Nós apenas podemos imaginar como um drone perfeito alimenta a arrogância delirante do exército. Com a capacidade imaginária de microgerenciar as relações de poder regionais através de ataques precisos, qualquer um suspeito de aspirações terroristas poderia ser rapidamente assassinado através de um apertar de botão estéril e civilizado. Um olhar vingativo na direção da bandeira americana e novos recrutamentos de terroristas poderiam ser facilmente encontrados também. Os algoritmos também poderiam decidir quais jovens são mais propensos a se juntarem a organizações terroristas e poderiam dizimar imediatamente esses dados.</p>
<p>O próximo desenvolvimento da guerra com drones é o seu fim. A aristocracia, as elites, lutam guerras de longa distância contra pequenos grupos de indivíduos que cooperam em redes de fidelidade mutantes, pequenas vinganças, ressentimentos tribais, extremismo religioso e instabilidade política. A solução clara é a não-intervenção e a abolição do estado militar.</p>
<p><em>Traduzido por Erick Vasconcelos.</em></p>
 <p><a href="http://c4ss.org/?flattrss_redirect&amp;id=33721&amp;md5=6c0094b39a3aac3a3c78b4759d824362" title="Flattr" target="_blank"><img src="http://c4ss.org/wp-content/themes/center2013/images/flattr.png" alt="flattr this!"/></a></p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://c4ss.org/content/33721/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		<atom:link rel="payment" title="Flattr this!" href="https://flattr.com/submit/auto?user_id=c4ss&amp;popout=1&amp;url=http%3A%2F%2Fc4ss.org%2Fcontent%2F33721&amp;language=en_GB&amp;category=text&amp;title=Guerras+%26%238220%3Bcivilizadas%26%238221%3B+s%C3%A3o+guerras+perp%C3%A9tuas&amp;description=Fontes+internas+do+ex%C3%A9rcito+americano+recentemente+relataram+que+uma+escassez+de+drones+%28ve%C3%ADculos+a%C3%A9reos+n%C3%A3o-tripulados%29+desacelerou+a+guerra+contra+o+Estado+Isl%C3%A2mico+%28ISIS%29.+Isso+ocorreu+depois+que+o+presidente+Obama...&amp;tags=complexo+militar-industrial%2Cdrones%2CEstados+Unidos%2Cex%C3%A9rcito%2Cguerra+perp%C3%A9tuac%2Cguerras%2Cmilitarismoe%2Cnobreza%2Cblog" type="text/html" />
	</item>
	</channel>
</rss>
