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	<title>Center for a Stateless Society &#187; Maya Angelou</title>
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		<title>Maya Angelou deu seu testemunho sobre o racismo nos EUA</title>
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		<pubDate>Fri, 30 May 2014 22:00:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cathy Reisenwitz]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[O artigo do New York Times que fala sobre a morte da escritora Maya Angelou, que faleceu recentemente, diz o seguinte: &#8220;A característica distintiva da prosa da srta. Angelou era uma franqueza que remonta à tradição oral afro-americana e dá a seu trabalho a qualidade de testemunho.&#8221; Testemunho. Nas igrejas batistas do sul do Alabama...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O artigo do <a href="http://www.nytimes.com/2014/05/29/arts/maya-angelou-lyrical-witness-of-the-jim-crow-south-dies-at-86.html?_r=0"><em>New York Times</em></a> que fala sobre a morte da escritora Maya Angelou, que faleceu recentemente, diz o seguinte: &#8220;A característica distintiva da prosa da srta. Angelou era uma franqueza que remonta à tradição oral afro-americana e dá a seu trabalho a qualidade de testemunho.&#8221;</p>
<p>Testemunho. Nas igrejas batistas do sul do Alabama em que eu cresci, nós dávamos testemunhos. Com isso, falávamos dos nossos caminhos para a salvação. Falávamos de nossos encontros com Deus e com seu povo, antes da oração dos pecadores. Ao evangelizar, chamamos nossos depoimentos sobre Jesus de &#8220;testemunhos&#8221;.</p>
<p>Eu era menina quando li <em>Eu sei por que o pássaro canta na gaiola</em>, a primeira autobiografia de Angelou. O <em>NYT</em> a chama de &#8220;testemunha lírica do sul sob a legislação Jim Crow&#8221;.</p>
<p>Nós, cristãos evangélicos, sabemos que às vezes muitas pessoas precisam testemunhar a alguém várias vezes antes de serem salvas. Chamamos esses toques que precedem a salvação de &#8220;plantar a semente&#8221;.</p>
<p>Não há um momento capital, um caminho para Damasco no entendimento dos horrores do racismo nos Estados Unidos. Não há salvação ou oração de pecador. A certa altura, eu compreendi que não compreendia. Compreendi que nunca poderia compreender. Entendi que o racismo está muito longe de acabar. E entendi que ele se reverbera em tudo que vemos na era moderna.</p>
<p>Não tenho muita certeza de quando cheguei a entender as coisas assim. Eu olho para trás, porém, e vejo onde as pessoas plantaram as sementes para mim. Jacob Sullum, na revista <em>Reason</em>, plantou algumas quando escreveu sobre como a guerra às drogas destruía e continua a destruir as comunidades negras e latinas. Ta-Nehisi Coates plantou outras quando escreveu sobre a prática do <em>redlining</em> (a negação de serviços a certas áreas demográficas, especialmente separadas por raça). E Maya Angelou plantou ainda mais, quando eu era menina, ao testemunhar sobre o sul dos EUA das leis Jim Crow. De seu obituário do New York Times:</p>
<blockquote><p>&#8220;Ficou conhecida por suas memórias, algo impressionante quando se considera que ela nunca pretendeu ser uma memorialista. Ao final de <em>A Song Flung Up to Heaven</em>, a srta. Angelou recontava sua resposta, quando Robert Loomis, que seria por muito tempo um de seus editores na editora Random House, pediu que ela escrevesse pela primeira vez uma autobiografia.</p>
<p>&#8220;Ela relutou a princípio, porque ainda planejava ser dramaturga e poetisa.</p>
<p>&#8220;&#8216;Talvez você esteja certa em não tentar escrever uma autobiografia, porque é quase impossível escrever autobiografias como literatura&#8217;, disse ele. &#8216;Quase impossível.&#8217;</p>
<p>&#8220;&#8216;Começo amanhã&#8217;, respondeu Angelou.&#8221;</p></blockquote>
<p>Testemunho. Ninguém chega a Jesus ou reconhece o racismo sistêmico através de números, planilhas ou argumentos cuidadosos, embora as pessoas normalmente atribuam de forma errônea sua conversão a esses fatores. Algo tem que abrir seus olhos e corações em primeiro lugar. E esse algo é o testemunho. Maya Angelou deu seu depoimento. Ela testemunhou. Plantou as sementes. E sou eternamente grata.</p>
<p><em>Traduzido do inglês para o português por <a href="http://c4ss.org/content/author/erick-vasconcelos">Erick Vasconcelos</a>.</em></p>
 <p><a href="http://c4ss.org/?flattrss_redirect&amp;id=27765&amp;md5=d8bb727487b0b9ff6c0e65323842942d" title="Flattr" target="_blank"><img src="http://c4ss.org/wp-content/themes/center2013/images/flattr.png" alt="flattr this!"/></a></p>]]></content:encoded>
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