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	<title>Center for a Stateless Society &#187; igualdade</title>
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	<description>building public awareness of left-wing market anarchism</description>
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		<title>O caminho libertário para o igualitarismo</title>
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		<pubDate>Tue, 18 Nov 2014 02:30:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[David S. D'Amato]]></dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Um <a href="http://gabriel-zucman.eu/files/SaezZucman2014.pdf">estudo recente feito nos Estados Unidos pelo Bureau de Pesquisas Econômicas</a>, de Emmanuel Saez e Gabriel Zucman, mostrou que o &#8220;<a href="http://www.theguardian.com/business/2014/nov/13/us-wealth-inequality-top-01-worth-as-much-as-the-bottom-90">0,1% de famílias [americanas] mais ricas possuem mais ou menos a mesma parcela da riqueza que os 90% mais pobres</a>&#8220;. Além disso, o estudo mostra que a &#8220;recuperação&#8221; que continuamos a ouvir falar ainda não alcançou a classe média nos EUA, tendo beneficiado somente aqueles no topo da pirâmide.</p>
<p>Como uma parcela muito pequena da população detém uma riqueza tão grande, analistas políticos e acadêmicos apontam os dedos uns para os outros e inventam soluções. Previsivelmente, o livre mercado é culpado pela ampliação das desigualdades de riqueza e renda. Expoentes da desregulamentação e da liberação dos mercados, os libertários normalmente são acusados de viverem em um mundo de fantasia em que os problemas da desigualdade não existem.</p>
<p>Nós, libertários, fazemos isso a nós mesmo. Quando o assunto surge, muitos de nós ficamos desconfortáveis e defensivamente insistimos que a desigualdade não é de fato um problema, que devemos analisar os padrões médios de vida e outras medições. &#8220;O capitalismo é ótimo para os pobres — eu juro!&#8221; Os libertários devem aceitar o fato de que a desigualdade é de fato um grande problema.</p>
<p>Mas não precisamos considerar a desigualdade como uma fraqueza em nossos argumentos em favor da liberdade econômica ou como uma questão na qual simplesmente não podemos vencer. As relações econômicas atuais não são resultado da liberdade de trocas ou de relações de propriedade legítimas. Os libertários na verdade estão em posição melhor do que se supõe. A liberdade e a igualdade se complementam e se reforçam, e esta resulta naturalmente daquela.</p>
<p>Anarquistas individualistas como Lysander Spooner consideravam que &#8220;os extremos em riqueza e em pobreza&#8221; resultavam de &#8220;legislações positivas&#8221;, que colocavam leis arbitrárias no lugar de leis naturais e &#8220;estabeleciam monopólios e privilégios&#8221;. No capitalismo, alegava Spooner, os donos do capital tinham poderes especiais na economia — poder que nada tinha a ver com a liberdade de produção, comércio e concorrência. Holisticamente, a intervenção estatal redunda em benefícios aos ricos e politicamente conectados, as elites econômicas com acesso especial àqueles que escrevem e implementam as regras a que estamos sujeitos.</p>
<p>Essas intervenções não são perfeitas e certamente o sistema de capitalismo monopolístico vigente no país possui leves proteções aos trabalhadores, consumidores e pobres. Essas medidas, porém, não comprometem o propósito fundamental da intervenção estatal: desapropriar os proprietários verdadeiros e deixar a maioria à mercê de seus empregadores. O propósito histórico da intervenção estatal, em suma, é a luta de classes permanente, o uso do poder estatal para isolar uma aristocracia econômica.</p>
<p>A esquerda política está certa a respeito da desigualdade, mesmo que esteja errada a respeito da liberdade, dos direitos individuais e dos mercados. Os anarquistas de mercado lutam em favor tanto da liberdade quanto da igualdade, defendendo uma sociedade sem estado na qual a lei máxima é a igualdade de liberdade e autoridade.</p>
<p>A concorrência aberta e genuína é uma força de dissolução e dispersão. Os libertários devem parar de inventar desculpas para as gritantes desigualdades atuais, como se tivéssemos chegado neste ponto através de um regime laissez faire e de soberania do indivíduo.</p>
<p><em>Traduzido por <a href="http://c4ss.org/content/author/erick-vasconcelos">Erick Vasconcelos</a>.</em></p>
 <p><a href="http://c4ss.org/?flattrss_redirect&amp;id=33545&amp;md5=7cea748c374a39483c22a19c205f51ad" title="Flattr" target="_blank"><img src="http://c4ss.org/wp-content/themes/center2013/images/flattr.png" alt="flattr this!"/></a></p>]]></content:encoded>
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		<title>A anarquia como meio-termo</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Sep 2014 01:56:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[David S. D'Amato]]></dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Meu colega de Centro por uma Sociedade sem Estado Roderick Long certa vez descreveu a anarquia como meio-termo, não como um tipo de fanatismo ou extremismo, mas um ponto &#8220;entre obrigar o que deveria ser opcional e proibir o que deveria ser opcional&#8221;. O argumento de Long não é só um enfoque diferente que tenta vender o anarquismo para uma audiência indisposta a considerar seus argumentos; trata-se, na verdade, de um insight importante sobre o que os anarquistas de fato desejam para o futuro, sugerindo a tolerância à experimentação e ao pluralismo que são centrais à nossa filosofia.</p>
<p>O anarquismo é mais um <em>método</em> que a vindicação de um resultado particular. Assim, uma condição de anarquia — se ela chegar a existir — será aquela que se mostrar coerente com a metodologia prescrita pelo o anarquismo. Como escreve Donald Rooum, &#8220;o ideal do anarquismo é o de uma sociedade em que todos os indivíduos possam fazer o que escolherem, a não ser interferir com a capacidade de os outros fazerem o que escolherem. Esse ideal é chamado <em>anarquia</em>, que vem do grego <em>anarchia</em>, o que significa a ausência de governo&#8221;. Ao considerarmos o que os anarquistas já afirmaram a respeito de si mesmos e suas ideias, parecem dúbias as caricaturas dos anarquistas que os pintam como agentes perigosos e fanáticos do caos ou como utópicos sonhadores.</p>
<p>É o estatismo que devemos considerar como uma posição filosoficamente extrema, porque todas as suas várias formas propõem a noção patentemente absurda e contraintuitiva de que algumas pessoas devem ter o direito de governar as outras. É difícil imaginar que uma ideia tão frágil possa ser a posição padrão na filosofia política, tanto entre amadores quanto entre profissionais — superstições e mitos mantêm a existência do estado, em contraposição à racionalidade e argumentação. Essas superstições no passado envolviam noções já abandonadas como o direito divino dos reis e atualmente englobam ideias igualmente desprezíveis, como por exemplo a de que as &#8220;democracias&#8221; são governos &#8220;do povo, pelo povo e para o povo&#8221;. Os argumentos das classes dominantes e das autoridades nunca mereceram o benefício da dúvida, é claro, mas mesmo se pudéssemos confiar em suas ideias, seu histórico acumulado de mortes, exploração e pobreza já é monumental.</p>
<p>Em vez de pensarem no anarquismo como uma cura para uma sociedade doente, os anarquistas veem nosso movimento como uma ferramenta com a qual avaliar os fenômenos sociais. Em concorrência com as narrativas das classes dominantes, ele nos oferece formas novas e diferentes de pensar em como nos relacionamos enquanto seres humanos.</p>
<p>Ao discutir as relações entre várias correntes sociais de sua época, o mutualista William Batchelder Greene apontou uma verdade importante, observando que todas eram ao mesmo tempo verdadeiras e falsas — &#8220;falsas como sistemas parciais e exclusivos&#8221;, embora &#8220;verdadeiras em suas relações mútuas&#8221;. O trabalho de Greene enfatizava o equilíbrio e a reciprocidade, buscando o meio termo, tanto para evitar o &#8220;individualismo desequilibrado pelo socialismo e o socialismo desequilibrado pelo individualismo&#8221;. O princípio guia do anarquismo de mercado, a lei da igual liberdade, tenta chegar nesse ponto — o equilíbrio que permita que o indivíduo viva em plena liberdade e preserve a comunidade.</p>
<p>Os libertários atualmente compreendem incorretamente a relação entre a liberdade e a igualdade e tratam os dois conceitos como incompatíveis. Libertários como William Greene entendiam que os dois se complementam, quando entendidos adequadamente. Não pode haver liberdade real sem igualdade e igualdade real sem liberdade. Por definição, o estado é inimigo de ambos; ele torna alguns &#8220;mais iguais que outros&#8221;, destruindo tanto a liberdade quanto a igualdade. Assim, o inimigo do estado — o anarquista — é o defensor da liberdade e da igualdade, do meio termo que, através da concorrência e da cooperação, conecta os interesses de todos de forma harmoniosa.</p>
<p><em>Traduzido por <a href="http://c4ss.org/content/author/erick-vasconcelos">Erick Vasconcelos</a>.</em></p>
 <p><a href="http://c4ss.org/?flattrss_redirect&amp;id=31939&amp;md5=b8e8166cb7a2672dd96fbc5d007d4c33" title="Flattr" target="_blank"><img src="http://c4ss.org/wp-content/themes/center2013/images/flattr.png" alt="flattr this!"/></a></p>]]></content:encoded>
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		<title>A igualdade só pode ser alcançada no mercado</title>
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		<pubDate>Wed, 19 Feb 2014 23:00:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Grant A. Mincy]]></dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>A linha de frente da igualdade esteve movimentada nos últimos dias. Algo que ganhou notoriedade nos EUA foi uma ação política no Tennessee que tinha como objetivo marginalizar a comunidade LGBTQ. O senador do estado <a href="http://www.myfoxmemphis.com/story/24698365/sen-kelsey-introduces-turn-the-gays-away-bill#axzz2tEgYMXqM">Brian Kelsey</a> introduziu um projeto de lei chamado &#8220;Afastando os gays&#8221;. Trata-se de uma lei que permitiria que as empresas se recusassem a oferecer seus serviços à comunidade LGBTQ. De acordo com o projeto, nenhuma &#8220;pessoa&#8221; deverá fornecer serviços &#8220;relacionados à celebração de qualquer união civil, comunhão doméstica ou casamento que não sejam reconhecidos pelo estado, se isso violar suas crenças religiosas mais caras [&#8230;] a respeito de sexo e gênero&#8221;. A lei é apoiada pelos conservadores estatistas e <a href="http://www.dailyhelmsman.com/state-senator-introduces-new-bill-coined-turn-the-gays-away-1.3139918#.Uv0qwWJdWb8">enfrenta resistência</a> de vários grupos de militância e social-democratas.</p>
<p>Há <a href="http://www2.ljworld.com/weblogs/capitol-report/2014/feb/13/kansas-legislators-explain-their-votes-o/">notícias do Kansas</a> nesse sentido também. Nesta semana, os legisladores do Kansas, com base na liberdade religiosa, votaram uma proteção legal a empresas que se recusam a fornecer serviços à comunidade LGBTQ. Opositores notam que isso significa que o governo tem a tarefa de proteger comportamentos discriminatórios.</p>
<p>A mesma tendência é perceptível em <a href="http://www.latimes.com/nation/nationnow/la-na-nn-same-sex-marriage-roundup-20140210,0,4520838.story#axzz2tFMyR3RP">Nevada, Utah, Oklahoma, Ohio e Indiana</a>. Alega-se que a visão de mundo socialmente conservadora é melhor para famílias e crianças — e, portanto, o casamento de pessoas do mesmo sexo deve ser banido. Uma voz dissidente, <a href="http://www.nydailynews.com/news/national/religious-groups-join-forces-gay-marriage-okla-utah-article-1.1609630">Shannon Minter, diretora legal do National Center for Lesbian Rights</a> (em português, Centro Nacional de Direitos das Lésbicas), afirma, ao contrário, que &#8220;o estado não pode privar quaisquer grupos de pessoas de um direito fundamental com base nas visões religiosas de alguns&#8221;.</p>
<p>É o dinheiro dos impostos trabalhando — os argumentos políticos se resumem simplesmente a &#8220;eles deveriam apoiar ou rejeitar esta lei no plenário&#8221;. Esse é o problema fundamental com o discurso político. A retórica está presa na vertical.</p>
<p>Deixe-me propor, então, uma ética de liberdade? Com a liberdade, o poder social é maior que o poder do estado. Ao invés de olharmos para a estrutura vertical do governo, nós olhamos horizontalmente uns para os outros no mercado — a verdadeira arena pública.</p>
<p>No mercado, nós trabalhamos para comercializar bens e serviços, desenvolver federações, criar instituições e empurrar nossa sociedade para a frente. O mercado é a expressão máxima do que é de todos. Mercados libertos são mercados livres de estruturas de poder que impedem o exercício da democracia.</p>
<p>Não há qualquer necessidade de leis que protejam ou permitam a liberdade de associação. Os conservadores estatistam usam a retórica da &#8220;liberdade religiosa&#8221;, mas defendem uma sociedade que não chega nem perto da liberrdade. Se um grupo religioso ou civil deseja honrar um relacionamento entre indivíduos conscientes, então, em liberdade, que seja. O uso dos tribunais para bloquear esse progresso não é nada além de uma tática para marginalizar as pessoas na sociedade.</p>
<p>Eu não sou favorável (mas sou simpático) ao uso dos tribunais para combater essa agressão. Não lamento a existência da propriedade privada ou das trocas voluntárias — eu as defendo. Também defendo protestos passivos, boicotes e trocas mútuas. Estas devem <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Greensboro_sit-ins">varrer práticas empresariais regressivas do mercado</a>. O mecanismo de mercado permite esse tipo de progresso, enquanto o mecanismo estatal atrapalha e às vezes impede as mudanças sociais. Os movimentos sociais crescem em oposição ao poder estatal — ou seja, aos conservadores estatistas e a sua sede por poder.</p>
<p>A história pode ser vista como uma disputa entre o poder estatal e o poder social. É hora de colocar os comuns de volta no poder. O trabalho individual dos seres humanos é capaz de construir sociedades. O poder institucional e suas amarras ao progresso estão no caminho da extinção — finalmente.</p>
<p>Traduzido do inglês para o português por <a title="Posts by Erick Vasconcelos" href="http://c4ss.org/content/author/erick-vasconcelos" rel="author">Erick Vasconcelos</a>.</p>
 <p><a href="http://c4ss.org/?flattrss_redirect&amp;id=24763&amp;md5=de115f2d49f9a14888ca08e6093748f7" title="Flattr" target="_blank"><img src="http://c4ss.org/wp-content/themes/center2013/images/flattr.png" alt="flattr this!"/></a></p>]]></content:encoded>
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