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	<title>Center for a Stateless Society &#187; guerras</title>
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	<description>building public awareness of left-wing market anarchism</description>
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		<title>Paul Krugman conquista os marcianos</title>
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		<pubDate>Mon, 29 Dec 2014 23:00:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Joel Schlosberg]]></dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Paul Krugman recentemente argumentou que &#8220;conquistar é para perdedores&#8221; (&#8220;<a href="http://www.nytimes.com/2014/12/22/opinion/paul-krugman-putin-neocons-and-the-great-illusion.html">Conquest is for Losers</a>&#8220;, <em>New York Times</em>, 21 de Dezembro) como Vladimir Putin: &#8220;Não é possível tratar uma sociedade moderna da forma que a antiga Roma tratava uma província conquistada sem destruir as riquezas que você está tentando conquistar. Nesse meio tempo, a guerra ou a ameaça da guerra, ao perturbar o comércio e as conexões financeiras, causa grandes custos, muito mais altos do que os gastos diretos de manutenção e emprego de exércitos. A guerra torna você mais pobre e fraco, mesmo se você vencer&#8221;.</p>
<p>Quando os agressores de fato lucram no mundo atual, isso ocorre &#8220;invariavelmente em locais onde matérias-primas são a única fonte real de riqueza&#8221;, através da extração de bens portáteis como diamante e marfim. Porém, a riqueza interconectada e intangível das finanças modernas não pode ser roubada dessa maneira. A invasão de Putin da Crimeia foi uma vitória militar fácil, mas que rapidamente se tornou um problema econômico, multiplicado pela exclusão da Rússia do suporte financeiro global.</p>
<p>Esse excelente resumo dos benefícios da cooperação econômica, explicando a divisão do trabalho e a heterogeneidade da riqueza, é bem vindo quando escrito pelo economista que disse em 14 de setembro de 2001 que &#8220;o ataque terrorista &#8212; como o dia da infâmia, que acabou com a Grande Depressão &#8212; poderia trazer alguns benefícios econômicos&#8221;, uma vez que &#8220;a destruição não é grande se comparada à economia, mas a reconstrução gerará pelo menos alguns aumentos de gastos empresariais&#8221;, e que afirmou na CNN que &#8220;se nós descobríssemos que alienígenas planejam um ataque e precisaríamos de um acúmulo enorme para contra-atacar a ameaça alien, colocando inflação e déficits orçamentários como considerações secundárias, esta recessão acabaria em 18 meses&#8221; (desde então, Krugman afirmou que estava fazendo uma &#8220;piada&#8221; no último caso, mas a versão do 11 de setembro não é tão engraçada).</p>
<p>Neoconservadores, como Krugman observa, elogiam abertamente os métodos de Putin, identificando-os como versões mais diretas dos seus (e ignorando seu keynesianismo militar). Esses paralelos são inevitáveis em economistas estatistas. Outras agências com iniciais diferentes podem ser mais leves que a KGB, mas &#8220;a violência e as ameaças de violência, suplementadas pelo suborno e pela corrupção&#8221; permanecem sua única fonte de riqueza. Outra coluna com a mesma tese (&#8220;<a href="http://www.nytimes.com/2014/08/18/opinion/paul-krugman-why-we-fight.html">Why We Fight</a>&#8220;, 18 de agosto) observa: &#8220;É muito difícil extrair ovos de ouro de economias sofisticadas sem matar a galinha no processo&#8221;. Essas mudanças em direção à heterogeneidade e à descentralização, auxiliadas por possibilidades nascentes como as criptomoedas, dificuldam a extração de riqueza e a tornam mais difícil de taxar.</p>
<p>O estado keynesiano do século 20 foi construído sobre uma base econômica de uso massivo de matérias-primas, inclusive o petróleo que Krugman aponta como o motivo oculto da existência do ISIS. Ironicamente, ninguém foi mais presciente sobre a necessidade de transcender a economia baseada em combustíveis fósseis que um dos maiores representantes do movimento libertário &#8212; que frequentemente é visto como só uma fachada das grandes petroleiras &#8212; Karl Hess. No documentário vencedor do Oscar de 1980 <em>Karl Hess: Toward Liberty</em>, ele observou: &#8220;A energia solar tem implicações muito amplas. Ela está disponível em todo o mundo. É muito descentralizada. Se a energia puder ser coletada em qualquer parte da Terra, isso significa que mecanismos centrais não são necessários, que podemos produzir coisas importantes localmente&#8221;. Logo, &#8220;o Sol diz &#8216;liberdade'&#8221;. Da mesma forma que a economia livre que ele alimentaria.</p>
<p><em>Traduzido por <a href="http://c4ss.org/content/author/erick-vasconcelos">Erick Vasconcelos</a>.</em></p>
 <p><a href="http://c4ss.org/?flattrss_redirect&amp;id=34602&amp;md5=51589fe6c9bbc41b01a373d227edd354" title="Flattr" target="_blank"><img src="http://c4ss.org/wp-content/themes/center2013/images/flattr.png" alt="flattr this!"/></a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Guerras &#8220;civilizadas&#8221; são guerras perpétuas</title>
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		<pubDate>Sat, 22 Nov 2014 23:00:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Christiaan Elderhorst]]></dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Fontes internas do exército americano recentemente relataram que uma escassez de drones (veículos aéreos não-tripulados) desacelerou a guerra contra o Estado Islâmico (ISIS). Isso ocorreu depois que o presidente Obama afirmou que as restrições impostas às ações militares de drones para minimizar as vítimas civis não serão aplicadas à Síria e ao Iraque. Os analistas concluem que se a falta de drones forçar os EUA a enviarem tropas para a Síria e para o Iraque, podemos esperar que o aumento do número de mortos faça com que o ISIS consiga aumentar exponencialmente o número de recrutamentos. Especialistas em inovação defendem a expansão do papel dos drones em ações militares. Afirmam que seu objetivo seja a redução das mortes de civis, diminuindo as chances de retaliações e vingança.</p>
<p>Seu objetivo é nobre. Na verdade, &#8220;nobre&#8221; é uma descrição muito precisa: em 1139, o papa Inocêncio II proibiu o uso de bestas (armas mecânicas para atirar flechas) para proteger a posição de nobreza da sociedade europeia. A função primária da nobreza europeia à época era fornecer à realeza soldados caros e bem treinados. A besta era uma arma barata, fácil de utilizar e muito poderosa. Com uma semana de treinamento, um camponês era capaz de matar um cavaleiro de armadura. A ideia de que exércitos de camponeses fossem capazes de dizimar habilidosos soldados era considerada desprovida de cavalheirismo. A proibição da besta era, literalmente, &#8220;nobre&#8221;.</p>
<p>Quando se deparam com oponentes que adotam estratégias e táticas novas, os poderes estabelecidos rapidamente declaram que seus inimigos são incivilizados. Grupos militantes e camponeses não se encaixam na definição de cavalheiresca da teoria ritualizada da guerra justa da OTAN. Ações com drones são vistas como respostas civilizadas, legitimando o envolvimento dos EUA ao mesmo tempo em que minimizam a natureza cruel da guerra. E assim o terror das populações locais através de ataques indiscriminados com drones continua. O remédio proposto para esse terror não é o fim da guerra &#8212; que seria impensável e pouco lucrativo &#8212; mas somente melhorar sua execução.</p>
<p>Várias ideias já foram sugeridas para minimizar a quantidade de vítimas inocentes. A filósofa Christine Boshuijzen afirma que oficiais que têm dificuldades em lidar com a tecnologia são uma das razões para as mortes de civis. O doutorando Dieuwertje Kuijpers pede mais transparência democrática para a CIA. O professor de inteligência artificial Gustzi Eiben pretende melhorar o software de reconhecimento e rastreamento de rostos nos drones. O cientista da computação Arnoud Visser declara que a solução é a automatização total do processo de matança através da programação de drones com algoritmos que controlem as margens de erro aceitáveis. Essas mudanças podem, de fato, diminuir o número de mortes de inocentes. A guerra com drones seria muito mais eficiente. Porém, nosso objetivo é ser eficiente?</p>
<p>Nós apenas podemos imaginar como um drone perfeito alimenta a arrogância delirante do exército. Com a capacidade imaginária de microgerenciar as relações de poder regionais através de ataques precisos, qualquer um suspeito de aspirações terroristas poderia ser rapidamente assassinado através de um apertar de botão estéril e civilizado. Um olhar vingativo na direção da bandeira americana e novos recrutamentos de terroristas poderiam ser facilmente encontrados também. Os algoritmos também poderiam decidir quais jovens são mais propensos a se juntarem a organizações terroristas e poderiam dizimar imediatamente esses dados.</p>
<p>O próximo desenvolvimento da guerra com drones é o seu fim. A aristocracia, as elites, lutam guerras de longa distância contra pequenos grupos de indivíduos que cooperam em redes de fidelidade mutantes, pequenas vinganças, ressentimentos tribais, extremismo religioso e instabilidade política. A solução clara é a não-intervenção e a abolição do estado militar.</p>
<p><em>Traduzido por Erick Vasconcelos.</em></p>
 <p><a href="http://c4ss.org/?flattrss_redirect&amp;id=33721&amp;md5=6c0094b39a3aac3a3c78b4759d824362" title="Flattr" target="_blank"><img src="http://c4ss.org/wp-content/themes/center2013/images/flattr.png" alt="flattr this!"/></a></p>]]></content:encoded>
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		<title>O dia que mudou tudo</title>
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		<pubDate>Thu, 25 Sep 2014 00:30:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Kevin Carson]]></dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Quando todos se lembram de onde estavam em determinado dia, dificilmente se trata de uma boa memória. Em 11 de setembro de 2001, nós adicionamos outro dia à lista daqueles que preferiríamos esquecer. Eu estava otimista quando o despertador me acordou. Minha primeira publicação impressa, o panfleto <em>Iron Fist Behind the Invisible Hand</em> (em português, &#8220;O punho de ferro por trás da mão invisível&#8221;) acabava de ser aceito pela editora Red Lion Press. A primeira frente fria de setembro, minha época preferida do ano, havia chegado. Eu antecipava um dia de tempo agradável e refrescante. Mas meu bom humor rapidamente se dissipou.</p>
<p>A primeira coisa que ouvi no rádio depois de acordar foi que a primeira torre do World Trade Center havia sido atingida. Enquanto eu escutava, chegavam notícias de um avião atingindo a segunda torre. Claramente, não era acidente.</p>
<p>Meu primeiro pensamento foi que George W. Bush conseguiria poderes executivos que rivalizariam a Lei de Concessão de Plenos Poderes de 1933, que foi aprovada na Alemanha logo após o incêndio do Reichstag. O FBI e a comunidade de inteligência conseguiriam todos os poderes de vigilância que não conseguiram depois do bombardeio de Oklahoma City em 1995. Bush conseguiria uma carta branca para começar guerras em qualquer lugar do mundo sob o pretexto de lutar contra o &#8220;terrorismo&#8221;, assim como as administrações anteriores haviam se envolvido em guerras ininterruptas e não declaradas em nome do combate ao &#8220;comunismo&#8221; e ao &#8220;narcotráfico&#8221; em décadas anteriores. Mas daquela vez a inocência do público seria abastecida por ultraje. Bush conseguiria aprovar suas guerras com menos escrutínio que o Vietnã e todas as outras guerrinhas que foram empreendidas durante a Guerra Fria. Achei que estaria com sorte se meu cartão vermelho do Industrial Workers of the World e os círculos anarquistas com quem eu me comunicava na internet não me levassem sem acusação para um campo de detenção.</p>
<p>O ataque da al-Qaeda ocorreu dois anos após a atmosfera pós-Seattle, parte do surto de ativismo em rede que se iniciou com o levante zapatista de 1994, quando agências multilaterais como o G8 e a Organização Mundial do Comércio não podiam se reunir sem serem perturbadas por protestos antiglobalização. Eu achava provável que a histeria pós-11/09 fizesse com que esse radicalismo que ressurgia fosse marginalizado ou suprimido, assim como a histeria durante a Primeira Guerra Mundial havia sido usada para suprimir a maior parte da esquerda americana. Em meu emprego (num hospital de veteranos do exército), eu trabalhei para causar certa divisão entre os trabalhadores e a gerência, promovendo ressentimento e uma vontade de resistir. Temi que a onda de patriotismo após o ataque terrorista resultaria em uma atitude de &#8220;estamos todos juntos&#8221;, afogando nosso ativismo trabalhista em um mar de fitas azuis, vermelhas e brancas.</p>
<p>Grande parte disso tudo aconteceu. O Congresso aprovou a Lei Patriótica, a NSA expandiu suas escutas ilegais, o exército e a CIA criaram um campo de detenção em Guantánamo (e torturou os presos tanto lá como em Abu Ghraib e Baghram), Bush imediatamente iniciou uma guerra contra o Afeganistão e em 2003 usou o medo do 11/09 para aprovar sua invasão do Iraque. Até hoje, os apoiadores da nova guerra de Obama sobre o Estado Islâmico denunciam a oposição como gente com uma &#8220;mentalidade de 10 de setembro&#8221;.</p>
<p>A atmosfera de agitar as bandeiras e fitas amarelas nas semanas seguintes era enlouquecedora. As enfermeiras que entusiasmadamente davam fitas de lapela no trabalho me lembravam dos oficiais do Exército Vermelho. E então as manifestações antiglobalização pós-Seattle se desaceleraram até parar.</p>
<p>Não foram abertos campos de concentração em solo americano para cidadãos americanos e nem foi suspenso o habeas corpus, mas a maioria das expectativas se materializou de alguma forma.</p>
<p>Não era o fim do mundo, porém. Os últimos anos foram o momento em que ganharam notoriedade Chelsea Manning, Wikileaks e Edward Snowden. Se o movimento de Seattle arrefeceu, a Primavera Árabe, o M15 e o Occupy assumiram seu lugar em uma escala ainda maior. Longe de ter sido enterrado sob a onda de patriotismo, o ativismo trabalhista voltou com força total com os boicotes da Coalition of Immokalee Workers e as campanhas em rede dos trabalhadores do Walmart e das redes de fast food.</p>
<p>O estado capitalista e seu aparato de segurança deram o seu máximo depois do 11/09 e ainda assim não conseguiram nos vencer ou nos parar por muito tempo. Nós vamos enterrá-los.</p>
<p><em>Traduzido por <a href="http://c4ss.org/content/author/erick-vasconcelos">Erick Vasconcelos</a>.</em></p>
 <p><a href="http://c4ss.org/?flattrss_redirect&amp;id=32181&amp;md5=33705b9a32ce1c394acfbfb84f9e2fc0" title="Flattr" target="_blank"><img src="http://c4ss.org/wp-content/themes/center2013/images/flattr.png" alt="flattr this!"/></a></p>]]></content:encoded>
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		<title>O que Obama diz com suas bombas</title>
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		<pubDate>Tue, 12 Aug 2014 01:10:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Jason Lee Byas]]></dc:creator>
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		<category><![CDATA[guerras]]></category>
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		<category><![CDATA[iraque]]></category>
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		<description><![CDATA[No dia 7 de agosto, o presidente Barack Obama anunciou sua autorização a ataques direcionados no Iraque para suprimir a ofensiva da milícia ISIS. As ações seguintes do governo de Obama também são importantes. As bombas começaram a ser lançadas na sexta-feira, anunciando sem dizer nada que a política de gerenciar as questões iraquianas de...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>No dia 7 de agosto, o presidente Barack Obama <a href="http://www.whitehouse.gov/the-press-office/2014/08/07/statement-president">anunciou</a> sua autorização a ataques direcionados no Iraque para suprimir a ofensiva da milícia ISIS. As ações seguintes do governo de Obama também são importantes. As bombas começaram a ser lançadas na sexta-feira, anunciando sem dizer nada que a política de gerenciar as questões iraquianas de longe está longe de acabar.</p>
<p>O lembrete não surpreende. Ao longo da história do Iraque, as potências ocidentais sempre estiveram presentes, fazendo suas exigências. Desde seu nascimento, o Iraque é exemplifica por que intervenções externas criam sempre mais problemas do que solucionam.</p>
<p>Por exemplo, o caos atual no Iraque resulta diretamente da invasão de 2003 que derrubou Saddam Hussein. Antes disso, os crimes de Saddam foram apoiados pelo governo americano, que vendeu a ele <a href="http://www.counterpunch.org/2004/06/17/how-reagan-armed-saddam-with-chemical-weapons/">armas químicas</a>, que ele acabou utilizando contra os curdos. Efetivamente, a maior parte das tensões étnicas se deve às fronteiras arbitrárias desenhadas pelos britânicos após a derrota do Império Otomano na Primeira Guerra Mundial.</p>
<p>Obama garante que ele &#8220;não permitira que os Estados Unidos sejam empurrados a mais uma guerra no Iraque&#8221;, reconhecendo que &#8220;não há solução militar americana para a crise iraquiana&#8221;. Contudo, suas ações mostram que o que conta como solução será determinado pelos termos estabelecidos por ele e pelo governo que ele representa.</p>
<p>Mesmo se ele mantiver sua palavra e não lançar mais uma invasão ao país, ele ainda assume o direito de ditar o futuro do Iraque. O Iraque é ainda a propriedade dos Estados Unidos.</p>
<p>Uma segunda mensagem oculta é o desprezo pela vida humana que estiver no caminho das operações do exércio dos EUA. Obama está certo em condenar os crimes abomináveis cometidos pela ISIS. Mesmo assim, isso não desculpa sua administração pelo assassinato de inocentes como danos colaterais.</p>
<p>Não importa quão bom foi o &#8220;direcionamento&#8221; dos ataques, inocentes serão parte da contagem de mortos. É claro, essas mortes são consideradas um efeito infeliz, não-intencional e indesejado dos ataques, que são direcionados à ISIS. Porém, a guerra moderna transcorre de forma que essas mortes não sejam irrelevantes, porque podem ser previstas com quase certeza e não é exagero considerar que <a href="http://archive.lewrockwell.com/gregory/gregory72.html">ainda se trata de assassinato</a>.</p>
<p>Assim como a contínua hegemonia americana não surpreende, também não deve impressionar o fato de que o governo dos Estados Unidos incinerará inocentes em grandes números com impunidade. Ao firmar seu direito de atacar o que quiser, os EUA já mataram <a href="http://www.huffingtonpost.com/2014/01/23/obama-drone-program-anniversary_n_4654825.html">mais de 2.400 pessoas</a> nos últimos 5 anos somente com seu programa de drones.</p>
<p>Há outra coisa que Obama optou por omitir, mas que pode ser ouvida com clareza através de suas ações, que devem ser lembradas pelo povo americano. Não importa quais valores você pense que um político possua, lembre-se de que esses serão necessariamente esquecidos ao chegar ao poder.</p>
<p>A longa campanha de caos nos Estados Unidos é um projeto bipartidário. No governo do presidente democrata John F. Kennedy, a CIA <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/CIA_activities_in_Iraq#Iraq_1960">agiu</a> <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/CIA_activities_in_Iraq#Iraq_1963">para</a> derrubar líderes hostis. Os republicanos Ronald Reagan e George H.W. Bush venderam a Saddam Hussei as armas que ele usaria contra seu próprio povo antes que Bush invadisse o país na Primeira Guerra do Golfo. O democrata Bill Clinton passou os anos 1990 levantando sanções para fazer crianças iraquianas <a href="https://www.youtube.com/watch?v=RM0uvgHKZe8">morrerem de fome</a>, <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Bombing_of_Iraq_(1998)">bombardeando o país</a> e mudando oficialmente a política americana para o Iraque para uma de <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Iraq_Liberation_Act">mudança de regime</a>.</p>
<p>Em 2003, o republicano George W. Bush realizou essa política, iniciando a Segunda Guerra do Golfo. Os americanos passaram a odiar cada vez mais essa guerra e dois candidatos a presidente democratas em seguida fizeram campanhas com pedidos de paz.</p>
<p>Agora esses candidatos estão em posições de decidir a política americana no Iraque. John Kerry como secretário de estado e Barack Obama como presidente. Com esse poder, eles decidiram enviar mais soldados e mísseis, mantendo o domínio americano.</p>
<p>Sabendo de tudo isso, o povo americano deve levantar a voz e <a href="http://couragetoresist.org/">se recusar a lutar</a>.</p>
<p>Sabendo que o exército americano será usado para agressão e dominação, não importa quem o controle, os americanos devem se recusar a se alistar. Além disso, devem fazer tudo o que puderem para que chegue o dia em que presidentes e secretários de estado deixem de ter a voz para fazer ameaças e lançar seus ataques.</p>
<p><em>Traduzido para o português por <a href="http://c4ss.org/content/author/erick-vasconcelos">Erick Vasconcelos</a>.</em></p>
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		<title>Por que os políticos nunca equilibram suas contas?</title>
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		<pubDate>Thu, 20 Feb 2014 23:00:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Thomas L. Knapp]]></dc:creator>
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		<category><![CDATA[dívida pública]]></category>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Regularmente, com o passar de alguns meses, o governo dos Estados Unidos acaba se aproximando de seu autoimposto &#8220;teto da dívida&#8221;. E, regularmente, o povo americano é obrigado a testemunhar o ridículo teatro da &#8220;elevação&#8221; desse teto, sempre acompanhado com projeções histéricas de cenários assustadores que ocorreriam se os políticos não pudessem gastar quanto dinheiro quisessem em qualquer coisa que desejassem. Assim, regularmente, os partidos dominantes chegam à conclusão conjunta de que se deve <a href="http://www.cnn.com/2014/02/12/politics/senate-debt-ceiling/">pegar ainda mais empréstimos ao invés de gastar somente aquilo que já está no orçamento.</a></p>
<p>Por que os políticos americanos não equilibram seu orçamento coletivo? Evidentemente, porque eles não acreditam que precisem.</p>
<p>Não é que fosse ser complicado fazer isso. Na realidade, seria bastante simples.</p>
<p>O Congressional Budget Office (o gabinete responsável pelos cálculos orçamentários do governo americano) <a href="http://www.foxbusiness.com/economy-policy/2014/02/04/cbo-forecasts-514-billion-budget-deficit-in-fiscal-2014/">estima que, no ano fiscal de 2014, o governo dos EUA gastará US$ 514 bilhões a mais do que deve roubar na forma de impostos</a>. Esse mesmo governo poderia cortar seus gastos militares em US$ 514 bilhões e ainda estaria em terceiro na lista dos países que mais gastam com &#8220;defesa&#8221; (atrás apenas de Rússia e China).</p>
<p>Na verdade, entre estados-nação, os Estados Unidos não deveriam nem estar no top 10. Os EUA atualmente não têm inimigos próximos a suas fronteiras (nem terão no futuro próximo). O país está separado de seus inimigos mais prováveis e perigosos por milhares de quilômetros de oceanos, tundra e outros estados-nação. Cortar seus gastos militares até um nível não tão absurdamente insano diminuiria &#8211; e não aumentaria &#8211; a probabilidade de que o Estados Unidos embarcassem nas desventuras globais pelas quais seus políticos têm obsessão.</p>
<p>Portanto, vamos abandonar a ideia de que o governo americano enfrenta um dilema ou um enigma ao se deparar com sua dívida crescente e que a única solução é aumentá-la ainda mais. Isso é simplesmente falso. Ele poderia equilibrar seu orçamento hoje mesmo e estar numa posição melhor por isso, não só no aspecto fiscal, mas também em quase todos os outros aspectos.</p>
<p>Então, de novo: por que nunca fazem isso?</p>
<p>E, de novo: porque não acreditam precisar.</p>
<p>Afinal, os políticos há decadas roubam porcentagens de dois dígitos do trabalho e da riqueza do povo e pegam quantias de dinheiro similares de quem está disposto a emprestar para o governo (e que esperam que o governo continue roubando cada vez mais para manter seus pagamentos), sem punição aparente.</p>
<p>Como todos os parasitas e viciados, eles se convenceram de que a festa nunca vai acabar, que podem continuar fazendo que quiserem e tirando cada vez mais dinheiro da população, conforme necessário.</p>
<p>Os políticos já acrescentaram até mesmo uma cláusula &#8220;não acabe com nossa festa&#8221; na Constituição americana: &#8220;A validade da dívida pública dos Estados Unidos, autorizada por lei [&#8230;], não será questionada&#8221;.</p>
<p>Bobagem. A dívida já se tornou uma montanha tão gigantesca que ninguém mais acha que ela jamais será paga. Além disso, a noção de que a dívida é &#8220;pública&#8221; é um completo absurdo. Não é o povo quem está passando os cheques. São os governantes. Nós não somos responsáveis por seus projetos criminosos; eles são.</p>
<p>Em algum momento, tanto a dívida quanto os políticos que a contraíram não serão apenas &#8220;questionados&#8221;, mas repudiados &#8211; por todos nós. Quanto mais cedo isso acontecer, melhor.</p>
<p>Traduzido do inglês para o português por <a title="Posts by Erick Vasconcelos" href="http://c4ss.org/content/author/erick-vasconcelos" rel="author">Erick Vasconcelos</a>.</p>
 <p><a href="http://c4ss.org/?flattrss_redirect&amp;id=24760&amp;md5=47b1c97c270d71e9fb0f3f68f4afe96c" title="Flattr" target="_blank"><img src="http://c4ss.org/wp-content/themes/center2013/images/flattr.png" alt="flattr this!"/></a></p>]]></content:encoded>
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