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	<title>Center for a Stateless Society &#187; exército</title>
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	<description>building public awareness of left-wing market anarchism</description>
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		<title>O capitalismo seria capaz de formar exércitos privados e se reconstruir?</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Jan 2015 23:00:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Kevin Carson]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Na NAASN, uma lista de emails para acadêmicos anarquistas, Wayne Price (cuja resenha de meu livro eu respondi aqui) respondeu da seguinte forma à proposta de outro participante de &#8220;abolir o estado e ver se o capitalismo sobrevive até o amanhecer&#8221;: É isso que a maioria das pessoas provavelmente pensa que os anarquistas defendem: a...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Na NAASN, uma lista de emails para acadêmicos anarquistas, Wayne Price (cuja resenha de meu livro eu respondi aqui) respondeu da seguinte forma à proposta de outro participante de &#8220;abolir o estado e ver se o capitalismo sobrevive até o amanhecer&#8221;:</p>
<blockquote><p>É isso que a maioria das pessoas provavelmente pensa que os anarquistas defendem: a sociedade da forma que já existe, mas sem a polícia.</p>
<p>O que ocorreria (se essa transformação ocorresse magicamente) seria a recriação do estado pelos capitalistas &#8212; isso seria tão provável quanto a ruína do capitalismo. As grandes corporações logo estabeleceriam suas forças policiais (&#8220;forças de segurança&#8221;, policiais de aluguel) e as fundiriam ou permitiriam que as mais fortes se sobrepusessem às outras. Enquanto isso, a Máfia organizaria rapidamente suas próprias forças. Uns ou outros (ou uma combinação deles) se tornariam o novo estado, ou pelo menos tentariam fazê-lo.</p>
<p>O fato é que o estado e o capitalismo estão completamente interligados, junto com todos os outros sistemas de opressão (racismo, sexismo, nacionalismos, etc). Eles se complementam e se apoiam em todo um sistema de opressões. Eu penso neles como um jogo de pega-varetas. Algumas varetas estão mais centralizadas na pilha (particularmente o estado e o capitalismo), mas todos se complementam. Todos devem ser derrubados e desmantelados.</p></blockquote>
<p>Esse é um argumento muito comum e a exposição de Price é a melhor que já vi.</p>
<p>Primeiramente, eu devo dizer que não vejo muita utilidade em imaginar um cenário de abolição do estado, antes de mais nada. Afinal, a não ser como experimento mental, a ideia de um &#8220;botão mágico&#8221; para abolir o estado é estúpida. E, como afirma Price, o cenário é irrelevante precisamente porque o estado, o capitalismo e outros aspectos do sistema estão completamente integrados. Como ele, eu vejo a estrutura do sistema como um jogo de pega-varetas. O estado e o capitalismo são os mais centrais, mas eu iria além e diria que o estado é mais central que o capitalismo e o capitalismo seria fatalmente enfraquecido sem o estado.</p>
<p>A proposta um tanto jocosa de &#8220;ver se o capitalismo sobrevive até o amanhecer&#8221;, acredito eu, não era uma proposta de deixar a economia da forma como ela existe menos o estado, mas era uma sugestão de que sem a intervenção constante do estado, as grandes empresas definhariam como uma lesma com sal nas costas.</p>
<p>Eu acredito que tanto o capitalismo corporativo e o estado, da maneira que o conhecemos, são parte do mesmo sistema moribundo e que cairão juntos. O capitalismo morre porque depende cada vez mais do estado para subsidiar seus insumos e para proteger seus monopólios como a &#8220;propriedade intelectual&#8221;, sobre a qual seus modelos de negócio dependem cada vez mais. E o estado está morrendo porque a quantidade de capital necessária para esses subsídios cresce mais do que ele é capaz de prover, levando-o à falência; porque a tecnologia torna a proteção desses monopólios muito mais difícil; e porque a fase cultural de transição associada à comunicação em rede está destruindo o consenso sobre o qual a aura de legitimidade do estado depende.</p>
<p>Também considero o cenário que Price coloca, em que o capitalismo reconstitui o estado através de forças de segurança privadas, como altamente improvável. primeiramente, o capitalismo não surgiu sem a existência prévia do estado e sem o uso de seu poder para desenvolvê-lo. Na Europa, isso se deu com o cercamento dos campos abertos e pastos comuns, com o domínio das cidades livres por monarquias absolutas com exércitos com armas de fogo, a criminalização da ajuda mútua, da livre associação e da livre movimentação por trabalhadores. No resto do mundo, o que ocorreu foi a transferência do controle de todo o Sul para mãos europeias, a expropriação de todas as suas terras para a produção para exportação, a extração de suas riquezas minerais, a escravização de suas populações e a supressão da indústria doméstica nas colônias.</p>
<p>Em segundo lugar, o capitalismo já está morrendo, apesar da existência do estado, porque o crescimento de suas demandas por subsídios já ultrapassaram a capacidade que o estado tem para provê-los.</p>
<p>O objetivo do estado capitalista é a externalização dos custos, que são repassados aos pagadores de impostos. Várias categorias de propriedade (cujos custos de exclusão de ocupantes excedem a receita provável da propriedade) são apenas possíveis porque são custeadas pelos pagadores de impostos. O capitalismo em geral depende de externalidades &#8212; da externalização de custos e riscos sobre os pagadores de impostos, em vez de pagá-los através das receitas. O capitalismo é lucrativo somente porque seus custos de operação e riscos são socializados pelo estado e sua extração de rendimentos privada é protegida pelo estado. Se o capitalismo tivesse que operar através de suas próprias receitas, ele não seria mais o capitalismo.</p>
<p>Os subsídios e externalidades dependem da existência de um estado territorial financiado com dinheiro que não seja o de seus beneficiários corporativos &#8212; ou seja, que seja capaz de extrair rendimentos de sua base de impostos.</p>
<p>Assim, para que essas forças de polícia corporativas e militares fossem tão efetivas quanto um estado capitalista, elas teriam que ser capazes de garantir um controle territorial suficiente para extrair rendimentos de pagadores de impostos para financiar suas ações de polícia, que não poderiam ser custeadas pelas receitas corporativas.</p>
<p>Enquanto isso, os custos reais dos subsídios, da execuções exórgenas e de todas as outras formas de socialização de custos levam ao que James O&#8217;Connor chamou de &#8220;crise fiscal do estado&#8221; e tornam o capitalismo insustentável.</p>
<p>A manufatura em grande escala, apesar do que afirmam os propagandistas da produção em massa como Schumpeter, Galbraith e Chandler, é geralmente menos eficiente que a produção em pequena escala mais próxima dos nódulos de consumo. Ela só é capaz de permanecer em funcionamento porque não opera com suas próprias receitas e porque o estado criminaliza boa parte da concorrência que é mais eficiente. Uma vez que a manufatura e a agricultura em grande escala do capitalismo buscam um modo de crescimento que causa desperdícios, graças à ampla adição de insumos subsidiados ao invés do aumento da eficiência do uso dos insumos existentes, os subsídios estatais criaram um loop de feedback positivo que fez com que a demanda por insumos subsidiados tenha crescido mais rápido do que a capacidade do estado de se apropriar de dinheiro para mantê-los. Esse mau uso dos insumos inclui o uso de matérias primas obtidas através do colonialismo e do neocolonialismo, da apropriação pelo governo de depósitos de petróleo e minérios dentro do país e de acesso preferencial pelo agronegócio a grandes extensões de terras expropriadas. Ele também inclui, porém, a crescente socialização dos custos de treinamento laboral, pesquisa e desenvolvimento e distribuição de longa distância, além de limitações de responsabilização criminal e civil de corporações &#8212; a lista é interminável.</p>
<p>Além disso tudo, ocorrem outras crises, como as tendências crescentes de superacumulação e subconsumo, que requerem enormes gastos estatais para absorver os investimentos de capital excedentes e utilizar a capacidade industrial e constantes guerras para abrir os mercados estrangeiros para a exportação do capital excedente. Os déficits crônicos também são cada vez mais necessários para aumentar a demanda agregada e manter os níveis de preço para o capital inativo, financiando o déficit governamental com títulos estatais de retorno garantido.</p>
<p>Tudo isso está levando o estado à falência.</p>
<p>Portanto, se o capitalismo corporativo está morrendo agora devido aos custos insustentáveis de seus subsídios estatais, não seria de se esperar que os requisitos de capital para recriar o sistema, com a mesma base territorial de pagadores de impostos, fossem ainda maiores? Se um estado financiado por impostos é incapaz de defender os monopólios de patentes e direitos autorais que são a maior fonte dos rendimentos corporativos, como as gravadoras e a Microsoft protegeriam uma legislação como a DMCA com dinheiro próprio indo para o financiamento policial? E quanto à necessidade de reduzir custos de transação legais pela recriação de toda a aura de legitimidade e do aparato de reprodução cultural?</p>
<p>Vi algumas vezes alguns apontarem para a Companhia das Índias Orientais como contraexemplo, mas acredito que as ferramentas de resistência em rede, armas de negação de área baratas e a propriedade disseminada de armas de fogo já deslocaram a vantagem de combate para as forças de defesa desde o século 17. Como exemplo, podemos observar que o império mais poderoso da história deixou o Iraque porque estava sendo exaurido por explosivos improvisados baratos. Quem a Halliburton, a Blackwater e a Pinkerton chamarão como reforço quando seus mercenários forem recebidos por ainda mais bombas caseiras, drones impressos em 3D e mísseis antinavais Sunburn destruindo seus porta-aviões? Quem foi que chamaram como reforço na última vez em que seus mercenários foram queimados vivos em Fallujah? Para usar uma expressão de Steve Earle, eles nunca vão voltar de Copperhead Road.</p>
<p>E a Máfia não é realmente um modelo plausível para a reconstrução do estado, porque o crime organizado depende, para sua própria existência, de um estado prévio que criminalize os bens que ele comercialize. Se todas as atividades consensuais como o uso de drogas e o trabalho do sexo fossem legais, qual seria sua fonte de receita? Assim, voltando ao meu ponto sobre o deslocamento tecnológico em favor de alternativas populares de autodefesa, mesmo em áreas do México em que os cartéis de drogas agem em conluio com os agentes dos governos locais, o movimento de autodefesa já teve grandes sucessos em expulsá-los de suas comunidades.</p>
<p>Se o capitalismo estatal for à falência e morrer por conta de suas crises de insumos e recursos, eu não vejo como as corporações conseguiriam driblar a segunda lei da termodinâmica.</p>
<p><em>Traduzido por <a href="http://c4ss.org/content/author/erick-vasconcelos">Erick Vasconcelos</a>.</em></p>
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		<title>Guerras &#8220;civilizadas&#8221; são guerras perpétuas</title>
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		<pubDate>Sat, 22 Nov 2014 23:00:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Christiaan Elderhorst]]></dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Fontes internas do exército americano recentemente relataram que uma escassez de drones (veículos aéreos não-tripulados) desacelerou a guerra contra o Estado Islâmico (ISIS). Isso ocorreu depois que o presidente Obama afirmou que as restrições impostas às ações militares de drones para minimizar as vítimas civis não serão aplicadas à Síria e ao Iraque. Os analistas concluem que se a falta de drones forçar os EUA a enviarem tropas para a Síria e para o Iraque, podemos esperar que o aumento do número de mortos faça com que o ISIS consiga aumentar exponencialmente o número de recrutamentos. Especialistas em inovação defendem a expansão do papel dos drones em ações militares. Afirmam que seu objetivo seja a redução das mortes de civis, diminuindo as chances de retaliações e vingança.</p>
<p>Seu objetivo é nobre. Na verdade, &#8220;nobre&#8221; é uma descrição muito precisa: em 1139, o papa Inocêncio II proibiu o uso de bestas (armas mecânicas para atirar flechas) para proteger a posição de nobreza da sociedade europeia. A função primária da nobreza europeia à época era fornecer à realeza soldados caros e bem treinados. A besta era uma arma barata, fácil de utilizar e muito poderosa. Com uma semana de treinamento, um camponês era capaz de matar um cavaleiro de armadura. A ideia de que exércitos de camponeses fossem capazes de dizimar habilidosos soldados era considerada desprovida de cavalheirismo. A proibição da besta era, literalmente, &#8220;nobre&#8221;.</p>
<p>Quando se deparam com oponentes que adotam estratégias e táticas novas, os poderes estabelecidos rapidamente declaram que seus inimigos são incivilizados. Grupos militantes e camponeses não se encaixam na definição de cavalheiresca da teoria ritualizada da guerra justa da OTAN. Ações com drones são vistas como respostas civilizadas, legitimando o envolvimento dos EUA ao mesmo tempo em que minimizam a natureza cruel da guerra. E assim o terror das populações locais através de ataques indiscriminados com drones continua. O remédio proposto para esse terror não é o fim da guerra &#8212; que seria impensável e pouco lucrativo &#8212; mas somente melhorar sua execução.</p>
<p>Várias ideias já foram sugeridas para minimizar a quantidade de vítimas inocentes. A filósofa Christine Boshuijzen afirma que oficiais que têm dificuldades em lidar com a tecnologia são uma das razões para as mortes de civis. O doutorando Dieuwertje Kuijpers pede mais transparência democrática para a CIA. O professor de inteligência artificial Gustzi Eiben pretende melhorar o software de reconhecimento e rastreamento de rostos nos drones. O cientista da computação Arnoud Visser declara que a solução é a automatização total do processo de matança através da programação de drones com algoritmos que controlem as margens de erro aceitáveis. Essas mudanças podem, de fato, diminuir o número de mortes de inocentes. A guerra com drones seria muito mais eficiente. Porém, nosso objetivo é ser eficiente?</p>
<p>Nós apenas podemos imaginar como um drone perfeito alimenta a arrogância delirante do exército. Com a capacidade imaginária de microgerenciar as relações de poder regionais através de ataques precisos, qualquer um suspeito de aspirações terroristas poderia ser rapidamente assassinado através de um apertar de botão estéril e civilizado. Um olhar vingativo na direção da bandeira americana e novos recrutamentos de terroristas poderiam ser facilmente encontrados também. Os algoritmos também poderiam decidir quais jovens são mais propensos a se juntarem a organizações terroristas e poderiam dizimar imediatamente esses dados.</p>
<p>O próximo desenvolvimento da guerra com drones é o seu fim. A aristocracia, as elites, lutam guerras de longa distância contra pequenos grupos de indivíduos que cooperam em redes de fidelidade mutantes, pequenas vinganças, ressentimentos tribais, extremismo religioso e instabilidade política. A solução clara é a não-intervenção e a abolição do estado militar.</p>
<p><em>Traduzido por Erick Vasconcelos.</em></p>
 <p><a href="http://c4ss.org/?flattrss_redirect&amp;id=33721&amp;md5=6c0094b39a3aac3a3c78b4759d824362" title="Flattr" target="_blank"><img src="http://c4ss.org/wp-content/themes/center2013/images/flattr.png" alt="flattr this!"/></a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Por que os políticos nunca equilibram suas contas?</title>
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		<pubDate>Thu, 20 Feb 2014 23:00:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Thomas L. Knapp]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Regularmente, com o passar de alguns meses, o governo dos Estados Unidos acaba se aproximando de seu autoimposto &#8220;teto da dívida&#8221;. E, regularmente, o povo americano é obrigado a testemunhar o ridículo teatro da &#8220;elevação&#8221; desse teto, sempre acompanhado com projeções histéricas de cenários assustadores que ocorreriam se os políticos não pudessem gastar quanto dinheiro...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Regularmente, com o passar de alguns meses, o governo dos Estados Unidos acaba se aproximando de seu autoimposto &#8220;teto da dívida&#8221;. E, regularmente, o povo americano é obrigado a testemunhar o ridículo teatro da &#8220;elevação&#8221; desse teto, sempre acompanhado com projeções histéricas de cenários assustadores que ocorreriam se os políticos não pudessem gastar quanto dinheiro quisessem em qualquer coisa que desejassem. Assim, regularmente, os partidos dominantes chegam à conclusão conjunta de que se deve <a href="http://www.cnn.com/2014/02/12/politics/senate-debt-ceiling/">pegar ainda mais empréstimos ao invés de gastar somente aquilo que já está no orçamento.</a></p>
<p>Por que os políticos americanos não equilibram seu orçamento coletivo? Evidentemente, porque eles não acreditam que precisem.</p>
<p>Não é que fosse ser complicado fazer isso. Na realidade, seria bastante simples.</p>
<p>O Congressional Budget Office (o gabinete responsável pelos cálculos orçamentários do governo americano) <a href="http://www.foxbusiness.com/economy-policy/2014/02/04/cbo-forecasts-514-billion-budget-deficit-in-fiscal-2014/">estima que, no ano fiscal de 2014, o governo dos EUA gastará US$ 514 bilhões a mais do que deve roubar na forma de impostos</a>. Esse mesmo governo poderia cortar seus gastos militares em US$ 514 bilhões e ainda estaria em terceiro na lista dos países que mais gastam com &#8220;defesa&#8221; (atrás apenas de Rússia e China).</p>
<p>Na verdade, entre estados-nação, os Estados Unidos não deveriam nem estar no top 10. Os EUA atualmente não têm inimigos próximos a suas fronteiras (nem terão no futuro próximo). O país está separado de seus inimigos mais prováveis e perigosos por milhares de quilômetros de oceanos, tundra e outros estados-nação. Cortar seus gastos militares até um nível não tão absurdamente insano diminuiria &#8211; e não aumentaria &#8211; a probabilidade de que o Estados Unidos embarcassem nas desventuras globais pelas quais seus políticos têm obsessão.</p>
<p>Portanto, vamos abandonar a ideia de que o governo americano enfrenta um dilema ou um enigma ao se deparar com sua dívida crescente e que a única solução é aumentá-la ainda mais. Isso é simplesmente falso. Ele poderia equilibrar seu orçamento hoje mesmo e estar numa posição melhor por isso, não só no aspecto fiscal, mas também em quase todos os outros aspectos.</p>
<p>Então, de novo: por que nunca fazem isso?</p>
<p>E, de novo: porque não acreditam precisar.</p>
<p>Afinal, os políticos há decadas roubam porcentagens de dois dígitos do trabalho e da riqueza do povo e pegam quantias de dinheiro similares de quem está disposto a emprestar para o governo (e que esperam que o governo continue roubando cada vez mais para manter seus pagamentos), sem punição aparente.</p>
<p>Como todos os parasitas e viciados, eles se convenceram de que a festa nunca vai acabar, que podem continuar fazendo que quiserem e tirando cada vez mais dinheiro da população, conforme necessário.</p>
<p>Os políticos já acrescentaram até mesmo uma cláusula &#8220;não acabe com nossa festa&#8221; na Constituição americana: &#8220;A validade da dívida pública dos Estados Unidos, autorizada por lei [&#8230;], não será questionada&#8221;.</p>
<p>Bobagem. A dívida já se tornou uma montanha tão gigantesca que ninguém mais acha que ela jamais será paga. Além disso, a noção de que a dívida é &#8220;pública&#8221; é um completo absurdo. Não é o povo quem está passando os cheques. São os governantes. Nós não somos responsáveis por seus projetos criminosos; eles são.</p>
<p>Em algum momento, tanto a dívida quanto os políticos que a contraíram não serão apenas &#8220;questionados&#8221;, mas repudiados &#8211; por todos nós. Quanto mais cedo isso acontecer, melhor.</p>
<p>Traduzido do inglês para o português por <a title="Posts by Erick Vasconcelos" href="http://c4ss.org/content/author/erick-vasconcelos" rel="author">Erick Vasconcelos</a>.</p>
 <p><a href="http://c4ss.org/?flattrss_redirect&amp;id=24760&amp;md5=47b1c97c270d71e9fb0f3f68f4afe96c" title="Flattr" target="_blank"><img src="http://c4ss.org/wp-content/themes/center2013/images/flattr.png" alt="flattr this!"/></a></p>]]></content:encoded>
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