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	<title>Center for a Stateless Society &#187; David Cameron</title>
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		<title>Só é censura quando os outros fazem</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Jan 2015 23:00:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Erick Vasconcelos]]></dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>O lamentável ataque terrorista à sede do jornal satírico francês <em>Charlie Hebdo</em>, que causou a morte de 12 pessoas e feriu outras 11, estimulou diversas reações, do público, de jornalistas sensibilizados e de governantes que pretendem extrair ganhos políticos da situação. No meio do pânico, a histeria islamofóbica novamente dá o ar da graça (devido às motivações religiosas do ataque) e o <em>Charlie Hebdo</em> foi alçado à categoria de ícone &#8212; que provavelmente seria rejeitada pela iconoclastia de sua própria linha editorial &#8212; com a campanha #JeSuisCharlie.</p>
<p>A tragédia humana do <em>Charlie Hebdo</em>, porém, só tende a ser multiplicada com a exploração política do evento pelos governos ocidentais, que já começaram a agitar suas máquinas de propaganda para engendrar um conflito civilizacional. O presidente da França François Hollande <a href="http://www.usnews.com/news/articles/2015/01/07/charlie-hebdo-massacre-prompts-defense-of-freedom-of-speech">afirmou</a> que o ataque foi um ato de &#8220;excepcional barbarismo&#8221; contra &#8220;um jornal, um órgão de livre expressão&#8221;. Segundo Hollande, tratou-se de &#8220;um ato contra jornalistas, que sempre tentaram mostrar que na França é possível defender as próprias ideias&#8221;.</p>
<p>O presidente americano Barack Obama <a href="http://www.usnews.com/news/articles/2015/01/07/charlie-hebdo-massacre-prompts-defense-of-freedom-of-speech">não deixou de sublinhar</a> o fato de que os terroristas, em contraposição à instituição representada por ele, &#8220;temem a liberdade de expressão e de imprensa&#8221;. Segundo ele, porém, terroristas não serão capazes de silenciar a ideia fundamental compartilhada por franceses e americanos, a &#8220;crença universal na liberdade de expressão&#8221;.</p>
<p>O primeiro ministro do Reino Unido David Cameron <a href="http://www.dailymail.co.uk/news/article-2900377/Cameron-condemns-barbaric-Paris-gun-attack-vows-Britain-stand-united-France-defence-free-speech.html">reforçou</a> a &#8220;união&#8221; de franceses e britânicos &#8220;na luta contra o terror e na defesa da liberdade de imprensa&#8221;. Para a chanceler alemã Angela Merkel, foi um &#8220;ataque à liberdade de imprensa&#8221;. A presidente brasileira Dilma Rousseff, para não ficar para trás, <a href="http://exame.abril.com.br/brasil/noticias/dilma-condena-ataque-terrorista-contra-revista-charlie-hebdo">declarou</a> que o atentado foi um &#8220;inaceitável ataque a um valor fundamental das sociedades democráticas: a liberdade de imprensa&#8221;.</p>
<p>Apesar do barbarismo e da violência extrema do ataque ao <em>Charlie Hebdo</em>, não seria de se surpreender que os governantes ocidentais estivessem absolutamente extasiados com o acontecimento, que pode ser facilmente usado como muleta em suas narrativas de intrínseca superioridade ocidental em relação ao atraso muçulmano. Talvez fosse o que esperassem desde sempre: algo que fizesse com que sua retórica de que &#8220;eles odeiam nossas liberdades&#8221; parecesse menos pueril.</p>
<p>Afinal, nenhum dos países que estão coletivamente ultrajados é modelo de liberdade de expressão e imprensa. O próprio <em>Charlie Hebdo</em> adotou seu nome atual nos anos 1970 para driblar sua proibição de circulação pelo governo francês. A França atualmente ocupa o pouco invejável <a href="http://rsf.org/index2014/data/index2014_en.pdf">39º lugar no ranking de liberdade de imprensa</a> da organização Repórteres Sem Fronteiras, que destaca as fracas proteções à confidencialidade de fontes e a censura à divulgação de <a href="http://www.indexoncensorship.org/2013/07/french-censorship-mediapart-and-the-bettencourt-butlers-tapes/">gravações ligadas a casos de corrupção</a>. As <a href="https://opennet.net/blog/2011/06/french-government-plans-extend-internet-censorship">repetidas investidas</a> francesas contra a internet já resvalam na delegação total de poder à burocracia.</p>
<p>Já os EUA, sempre zelosos pela liberdade ocidental, aparentemente não têm qualquer problema em suprimir informações, <a href="http://www.nytimes.com/2013/05/14/us/phone-records-of-journalists-of-the-associated-press-seized-by-us.html?pagewanted=all">se apropriar dos registros telefônicos</a> de instituições jornalísticas sem mandado ou devido processo e prender <em>whistleblowers</em> e <a href="http://edition.cnn.com/2014/08/19/us/ferguson-journalists-arrested/">jornalistas</a>. Isso tudo para não falar das draconianas e francamente ridículas leis de &#8220;propriedade intelectual&#8221; vigentes, usadas ostensivamente para o silenciamento de discursos e manutenção do status quo corporativo dentro dos EUA.</p>
<p>O caso do Reino Unido é curioso porque nós devemos nos perguntar se suas <a href="http://edition.cnn.com/2014/12/12/world/europe/uk-porn-protest/">novas leis de censura à pornografia</a> permitiriam que <a href="http://img.qz.com/2015/01/charliehebdo31.jpg">algumas das capas</a> do <em>Charlie Hebdo</em> fossem publicadas. A Alemanha mal consegue conter seu entusiasmo ao <a href="https://en.wikipedia.org/wiki/Internet_censorship_in_Germany">censurar a internet</a>. E, se os cartuns políticos do <em>Charlie Hebdo</em> parecem inofensivos, o que dizer dos jogos de video game, amplamente <a href="http://www.destructoid.com/censorship-in-germany-how-they-changed-your-fav-games-268854.phtml">modificados e mutilados</a> para se adequar às sensibilidades dos burocratas alemães?</p>
<p>Dilma Rousseff, por outro lado, talvez pretendesse dizer que o Brasil não é de fato uma sociedade democrática, uma vez que o &#8220;valor fundamental&#8221; que é a &#8220;liberdade de imprensa&#8221; parece ser um dos mais desprezados por estes lados. De acordo com a <a href="http://rsf.org/index2014/data/index2014_en.pdf">Repórteres Sem Fronteiras</a>, junto com os EUA, o Brasil é um dos &#8220;dois gigantes que dão um mau exemplo&#8221;, o país ocidental que mata mais jornalistas (ultrapassando o México). Também é o país que <a href="http://foreignpolicy.com/2013/04/25/brazil-leads-world-in-google-takedown-requests/">lidera ano após ano</a> os pedidos de retirada de conteúdo do Google, onde o trabalho da imprensa é reiteradamente bloqueado por caciques políticos, onde não há efetiva liberdade de manifestação e onde, incrivelmente, um fotógrafo <a href="http://oglobo.globo.com/brasil/justica-muda-sentenca-apos-sete-anos-culpa-fotografo-por-olho-atingido-por-bala-de-borracha-13904675">foi considerado culpado</a> pela justiça por ter sido baleado no olho durante um protesto.</p>
<p>É verdade que os terroristas odeiam a liberdade de expressão. Mas nisso eles não são diferentes dos países ocidentais. Eles só diferem em método.</p>
 <p><a href="http://c4ss.org/?flattrss_redirect&amp;id=34886&amp;md5=cde6fbb84f8f194496234cab01aa7eb2" title="Flattr" target="_blank"><img src="http://c4ss.org/wp-content/themes/center2013/images/flattr.png" alt="flattr this!"/></a></p>]]></content:encoded>
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		<title>A Corrupção da Cooperação</title>
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		<pubDate>Sun, 03 Feb 2013 23:00:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[James Tuttle]]></dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>The following article is translated into Portuguese from the <a href="http://c4ss.org/content/16637" target="_blank">English original, written by Christiaan Elderhorst</a>.</p>
<p>O primeiro-ministro do Reino Unido David Cameron vem de prometer apoiar um referendo acerca do futuro do Reino Unido dentro da União Europeia se e quando ganhar a eleição geral de 2015. Políticos, por toda a Europa, estão reagindo negativamente ao discurso de Cameron, citando o apoio deles à cooperação econômica, social e política da União. Minha pergunta a eles seria: Por que terá essa cooperação de ser dirigida por um poder centralizado?</p>
<p>O conceito de cooperação é entendido de modo equivocado por muitas pessoas. A cooperação está baseada no entendimento de agentes individuais de que uma iniciativa pacífica e conjunta é benéfica para todas as partes. Nesse caso, ter um líder poderia, possivelmente, ser mais benéfico, mas delegar todos os poderes de tomada de decisão a um só agente dificilmente parece pré-requisito indispensável para chamar-se algo de cooperativo. Nada obstante, políticos pró-Europa sustentam a opinião segundo a qual é indispensável uma instituição centralizada para promover interdependência. Isso significa ou que os indivíduos são parvos demais para entenderem as vantagens da cooperação, ou que não há resultado benéfico real a ser alcançado. Em qualquer dos casos, chamar essa situação de “cooperação” é forçar muito as coisas.</p>
<p>A política supranacional não é a única área da vida onde o significado de cooperação foi distorcido. Apoligistas do capitalismo corretamente asseveram que as economias requerem cooperação entre trabalho e capital. Entretanto, eles em seguida dizem que os donos do capital precisam receber poderes exclusivos de tomada de decisão para tornarem a cooperação frutífera.</p>
<p>O mesmo princípio existe na visão de nossa cultura a respeito das uniões românticas. Independentemente de você ser gay ou heterossexual, há sempre a pergunta de “Quem veste as calças, neste relacionamento?” Portanto, chegamos à preocupante conclusão de que o conceito de cooperação tem sido inteiramente corrompido ao a delegação de autoridade ser vista como pré-requisito para sua existência.</p>
<p>Embora não fique claro qual é a opinião do próprio Cameron a respeito do assunto — se ele votaria pela permanência ou pela não permanência do Reino Unido na União Europeia — fica claro que não gosta da direção na qual está indo a União Europeia. Ele diz: “Falando de modo simples, muitas pessoas perguntam: ‘Por que não podemos ter apenas aquilo em que votamos para entrarmos: um mercado comum?’” Afinal, a União Europeia está baseada na Comunidade Econômica Europeia, amiúde conhecida como Mercado Comum pelo mundo falante de inglês. Se há benefícios na cooperação entre governos e indivíduos através de fronteiras nacionais, então a única função aceitável da União Europeia seria ajudar governos e indivíduos a concretizar esses benefícios.</p>
<p>Obviamente a questão toda seria irrelevante se não houvesse, para começo de conversa, fronteiras nacionais, econômicas e migratórias.Entretanto, essa ideia é convenientemente deixada fora da discussão por razões óbvias.</p>
<p>Ela também suscita outra questão referentes às organizações supranacionais: Eliminam elas fronteiras ou, pelo contrário, expandem-nas? Pergunta relacionada: São os sentimentos anti-União Europeia de muitos europeus sintoma de novo movimento autiautoritário ou meramente sintomas de fervoroso nacionalismo? Essas são as perguntas que realmente deveríamos estar formulando. Que tal um referendo a respeito delas, Sr. Cameron?</p>
<p>Artigo original afixado por <a href="http://c4ss.org/content/16637" target="_blank">Christiaan Elderhorst em 25 de janeiro de 2013</a>.</p>
<p>Traduzido do inglês por <a href="http://zqxjkv0.blogspot.com.br/2013/02/c4ss-corruption-of-cooperation.html" target="_blank">Murilo Otávio Rodrigues Paes Leme</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
 <p><a href="http://c4ss.org/?flattrss_redirect&amp;id=16938&amp;md5=af3dfe6e7fca605136c13654f8c4622e" title="Flattr" target="_blank"><img src="http://c4ss.org/wp-content/themes/center2013/images/flattr.png" alt="flattr this!"/></a></p>]]></content:encoded>
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		<title>The Corruption of Cooperation</title>
		<link>http://c4ss.org/content/16637</link>
		<comments>http://c4ss.org/content/16637#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 25 Jan 2013 19:00:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Christiaan Elderhorst]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Christiaan Elderhorst: "We thus arrive at the worrying conclusion that the concept of cooperation has been entirely corrupted by viewing the delegation of authority as a prerequisite for its existence."]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>UK prime minister David Cameron has promised to support a referendum on the UK’s future within the European Union if and when he wins the general election in 2015. Politicians across Europe are reacting negatively to Cameron’s speech, citing their support for the Union’s economic, social, and political cooperation. My question to them would be: Why must this cooperation be directed by a centralized power?</p>
<p>The concept of cooperation is misunderstood by many. Cooperation is based on the realization of individual actors that a peaceful and joint venture is beneficial to all parties. Having a leader in this case could arguably be more beneficial but delegating all decision-making powers to one actor hardly seems a necessary prerequisite to calling something cooperative. Yet pro-Europe politicians maintain the opinion that a centralized institution is necessary to foster interdependence. Either this means individuals are too dense to realize the advantages of cooperation or that there is no actual beneficial outcome to be attained. Either way, calling this situation &#8220;cooperation&#8221; is very troubling.</p>
<p>Supra-national politics is not the only area in life where the meaning of cooperation has been skewed. Apologists for capitalism rightly claim that economies require cooperation between labor and capital. However, they continue by saying that owners of capital must receive exclusive decision-making powers to make the cooperation fruitful.</p>
<p>The same principle exists in our culture’s view of romantic unions. No matter if you’re gay or straight there is always the question of, “Who wears the pants in this relationship?” We thus arrive at the worrying conclusion that the concept of cooperation has been entirely corrupted by viewing the delegation of authority as a prerequisite for its existence.</p>
<p>Although it is unclear what Cameron’s own opinion on the matter is &#8212; whether he would vote for the UK to stay in, or get out of, the European Union &#8212; it is clear that he dislikes the direction in which the EU is heading. He says, “Put simply, many ask, &#8216;Why can’t we simply have what we voted to join; a common market?&#8217;” After all, the European Union is based on the European Economic Community, often known as the Common Market by the English-speaking world. If there are benefits to cooperation between governments and individuals across national borders then the only acceptable function of the European Union would be to help governments and individuals realize these benefits.</p>
<p>Of course this whole issue would be irrelevant if there weren’t national economic and migratory borders to start with. However, this idea is conveniently left out of the discussion for obvious reasons.</p>
<p>It also brings up another issue of supra-national organizations: Whether they eliminate borders or rather expand them? On a related note: Are the anti-EU sentiments of many Europeans a sign of a new anti-authoritarian movement or merely symptoms of fervent nationalism? These are the questions we should really be asking. How about a referendum on them, Mr. Cameron?</p>
<p>Translations for this article:</p>
<ul>
<li>Portuguese, <a href="http://c4ss.org/content/16938" target="_blank">A Corrupção da Cooperação</a>.</li>
</ul>
 <p><a href="http://c4ss.org/?flattrss_redirect&amp;id=16637&amp;md5=563b49a844d11bf97956e83c5db2a1ce" title="Flattr" target="_blank"><img src="http://c4ss.org/wp-content/themes/center2013/images/flattr.png" alt="flattr this!"/></a></p>]]></content:encoded>
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