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	<title>Center for a Stateless Society &#187; centralização</title>
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	<description>building public awareness of left-wing market anarchism</description>
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		<title>Pandemias: Precisamos de uma nova maneira de gerenciar crises</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Oct 2014 03:00:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Grant A. Mincy]]></dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Nas últimas semanas, o vírus do ebola domina as manchetes. A Associated Press <a href="http://hosted.ap.org/dynamic/stories/U/US_EBOLA?SITE=AP&amp;SECTION=HOME&amp;TEMPLATE=DEFAULT&amp;CTIME=2014-10-06-17-57-25">reportou</a> que uma enfermeira na Espanha foi a primeira pessoa a contrair o ebola fora da área de crise da doença na África Ocidental. A enfermeira tratava dois missionários que viajaram para as regiões contaminadas e contraíram a doença.</p>
<p>De acordo com a <a href="http://www.who.int/csr/disease/ebola/en/">Organização Mundial da Saúde</a> (OMS), até 3 de outubro, haviam sido registradas 3.439 mortes na África. Há atualmente 4.792 indivíduos sabidamente infectados na região. Nos Estados Unidos, há relatos de infecções possíveis no Texas e em Washington DC. Por esse motivo, o ebola tem estimulado discussões sobre o controle de pandemias.</p>
<p>Infelizmente, toda questão é politizada nos EUA. Você só tem que escolher um partido e papagaiar a posição oficial, porque os lados já foram determinados. Qualquer comentarista conservador vai expor a necessidade urgente de fechar as fronteiras americanas e proibir as viagems indo e voltando da África Ocidental. A esquerda institucional trombeteia a eficácia das instituições existentes. As duas abordagens defendem o poder do estado para combater pandemias – mas será que isso é benéfico?</p>
<p>Fechar as fronteiras não fará com que os cidadãos americanos sejam protegidos do ebola, porque não é necessário para nos manter seguros. A contaminação por ebola é difícil. O vírus não se espalha pelo ar. A doença se espalha rapidamente na África por conta de uma má infraestrutura de saúde e costumes ultrapassados no manejo de corpos de pessoas falecidas. Esse não é o caso em nações industrializadas, onde uma epidemia de ebola é muito improvável. O fechamento das froonteiras é apenas mais uma causa nacionalista da direita. O jargão utilizado é o sensacionalismo e a promoção do medo dos &#8220;outros&#8221;, que podem apenas nos machucar.</p>
<p>Em relação à esquerda, uma investigação interna do Departamento de Segurança Interna (DHS) dos EUA, intitulado &#8220;<a href="http://www.oig.dhs.gov/assets/Mgmt/2014/OIG_14-129_Aug14.pdf">O DHS não gerenciou adequadamente equipamentos de proteção a pandemias e contramedidas antivirais médicas</a>&#8220;, revela que a estrutura existente de poder não está preparada para controlar uma epidemia real. O relatório observa que o DHS &#8220;não conduziu adequadamente uma avaliação de necessidades antes de comprar materiais para a gerência de pandemias e não gerenciou corretamente seu estoque de equipamentos de proteção e de antivirais&#8221;. Há uma preocupante ineficiência em todos os pontos da governança de grande escala, mas essa é uma causa que a esquerda está sempre disposta a defender.</p>
<p>Mas e quanto ao mercado? Instituições que trabalham para proteger a sociedade da deflagração de doenças são legítimas, mas a autoridade central limita essas instituições e frequentemente perpetua a ineficiência. As autoridades também restringem o princípio libertário da livre associação e, portanto, uma abordagem em rede e adaptativa das gerência de crises. Essa restrição empodera uma burocracia elitista que é mal esquipada para lidar com mutações rápidas de vírus.</p>
<p>Todos os governos, conservadores ou progressistas, são grandes demais. Liberado do monopólio estatal, o mercado pode cultivar alternativas à abordagem de grande escala à gerência de infecções. Precisamos apenas dar uma chance ao poder social.</p>
<p>A Firestone, por exemplo, de acordo com a National Public Radio, &#8220;fez o que os governos não conseguiram: pararam o ebola&#8221;. Quando a esposa de um empregado contraiu o vírus, a empresa de pneus colocou a família em quarentena para impedir novas infecções. Além disso, a Firestone construiu um centro de tratamento próprio. O chefe executivo dos Centros de Controle de Doenças e Times de Prevenção na Libéria, o Dr. Brendan Flannery, descreve os esforços da Firestone como &#8220;engenhosos, inovadores e efetivos&#8221;. Com a continuidade na epidemia na África, a Firestone está salvando vidas enquanto o governo fracassa. Esse modelo pode agora ser emulado por outras instituições, cooperativas e redes privadas.</p>
<p>É sempre importante lembrar que a organização social, na liberdade, é dinâmica e complexa. Essas propriedades permitem a existência de instituições adaptativas, federações e sistemas de governança. Na ausência de controles autoritários, a coordenação e a colaboração podem formar políticas efetivas de gerência que atendam às nossas necessidades em momentos que requerem ações rápidas – muito mais do que qualquer hierarquia e sistema burocrático poderia. A transição às estruturas descentralizadas de poder é uma tendência do século 21. Essa tendência pode salvar inúmeras vidas se uma pandemia de fato vier a ocorrer.</p>
<p><em>Traduzido por <a href="http://c4ss.org/content/author/erick-vasconcelos">Erick Vasconcelos</a>.</em></p>
 <p><a href="http://c4ss.org/?flattrss_redirect&amp;id=32575&amp;md5=79128b7c11933be6bc87bbe2565fa6ef" title="Flattr" target="_blank"><img src="http://c4ss.org/wp-content/themes/center2013/images/flattr.png" alt="flattr this!"/></a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Como Getúlio Vargas se apropriou do Dia do Trabalho</title>
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		<pubDate>Tue, 06 May 2014 22:00:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Valdenor Júnior]]></dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Na última quinta-feira (01/05), foi Dia do Trabalho (também chamado de Dia do Trabalhador), feriado nacional. Desde a adoção pela Segunda Internacional do 1º de Maio como Dia do Trabalho, em apoio à campanha dos sindicatos de Chicago, nos EUA, pela jornada de 8 horas que havia sido reprimida em 1886, o 1º de Maio se tornou uma questão politicamente sensível para os governos do final do século 19 e início do 20, dada a agitação operária em torno da data.</p>
<p>A primeira forma politicamente conveniente para acabar com a organização operária foi a repressão. Assim, naturalmente, também foi usada contra o 1º de Maio. Mas, dada a própria natureza da política,<a href="http://c4ss.org/content/16349"> um segundo passo estratégico geralmente foi a captura</a>, de modo a cooptar certos interesses e colocá-los sob controle estatal. “Se não puder vencê-los, junte-se a eles”, desde que o estado tenha a palavra final sobre a organização do trabalho.</p>
<p>No Brasil, não foi diferente. Durante seu primeiro período de governo (1930-1945) e especialmente na época do ditatorial Estado Novo (1937-1945), o país viu-se sob o comando de Getúlio Vargas, que buscou angariar o apoio dos trabalhadores industriais do país. Ele criou a Justiça do Trabalho, no dia 1º de Maio de 1939, para julgar os litígios decorrentes das novas leis trabalhistas criadas desde 1930. Ele anunciou a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), no dia 1º de Maio de 1943, que vigoram até hoje como principal código a reger o trabalho assalariado no país.</p>
<p>Percebem <a href="http://historiandonanet07.wordpress.com/2011/05/01/as-comemoracoes-do-dia-do-trabalho-no-estado-novo/">a transformação no significado do 1º de Maio</a> sob Getúlio? O Estado Novo conseguiu cooptar para si a manifestação espontânea dos trabalhadores em busca de melhora nas condições industriais, e transformá-la em signo de legitimidade de um Estado repressor, burocrático e centralizador.</p>
<p>O que pensariam os inúmeros anarquistas por trás das movimentações em Chicago, que deram origem ao 1º de Maio original, em saber que esta data foi usada como marco da criação, por um ditador autoritário, de uma legislação trabalhista inspirada na <i>Carta Del Lavoro</i> do regime corporativista e fascista de Mussolini na Itália, contemporâneo ao de Getúlio no Brasil?</p>
<p>É importante sempre recordar duas coisas a respeito desse período de nosso país. Primeiro, a via burocrática-gerencial para a economia, como alternativas ao liberalismo e ao socialismo estatista, era bem vista ao redor do mundo, e esta via era nada menos do que o regime econômico adotado pelos regimes nazista e fascista, com o controle do Estado sobre a economia, mas sem a propriedade estatal dos meios de produção.</p>
<p>Getúlio Vargas se inscrevia nesta linha. Uma das coisas requeridas por aquela forma de organização econômica, contrária tanto à “anarquia da produção de mercado” como à “subversão comunista”, era o controle sobre as movimentações espontâneas dos trabalhadores. As organizações sindicais precisavam ser controladas, reguladas, burocratizadas, supervisionadas, tornadas aliadas do governo. Por isso, o caminho natural foi a criação do monopólio sindical no Brasil: um único sindicato para representar a categoria em determinado território, no jargão jurídico, a “unicidade sindical”. Foi-se tão longe que hoje, sejam sindicalizados ou não, todos os trabalhadores devem pagar um tributo estatal em proveito dos sindicatos, a chamada contribuição sindical. O que pensariam aqueles anarquistas do 1º de Maio original sobre os sindicatos que extraem impostos de seus membros?!</p>
<p>Em segundo lugar, a captura política e a ressignificação centralizada de movimentações espontâneas do povo foram marcas registradas de Getúlio Vargas. Até o carnaval, antes comemorado pelo povo de modo mais anárquico, foi transformado para se assemelhar a um desfile militar, o que até hoje condiciona o formato dos “desfiles das escolas de samba”. Ângela de Castro Gomes nos <a href="http://www.scielo.br/pdf/tem/v13n26/a01v1326.pdf">mostra</a> que o Estado Novo adotou uma política cultural que valorizou certas expressões afrodescendentes e populares, mas ao custo de sua espontaneidade e autoafirmação:</p>
<blockquote><p>“Diversas pesquisas recentes têm aberto caminho para se pensar o quanto associações recreativas, esportivas, carnavalescas e dançantes da população negra e pobre das cidades, especialmente na capital, conseguiram legitimar-se na Primeira República, ao buscarem (e conseguirem) autorizações e direitos na relação com as instituições republicanas, autoridades municipais e policiais. E bem antes dos anos 20! Em meio a perseguições policiais cotidianas – que também eram comuns no pós-30 – grupos carnavalescos impuseram às cidades suas formas de socialização e de brincar o carnaval. Por outro lado, se o apoio dos órgãos culturais e políticos do Estado Novo valorizaram expressões culturais negras e populares, as operações de escolha do que era o verdadeiro popular e nacional nunca deixaram de ser seletivas e de envolver uma boa dose de perseguição ou de censura aos candomblés, às organizações de lazer populares e às letras de samba.”</p></blockquote>
<p>E o Dia do Trabalho no Brasil, sob essa perspectiva legitimadora que o liga à CLT e aos sindicatos monopolísticos, nem sequer é um dia para toda a classe trabalhadora, uma vez que não se pode afirmar que as leis trabalhistas e a organização sindical tragam benefícios a todos os trabalhadores brasileiros.  <a href="http://veja.abril.com.br/noticia/economia/informalidade-no-emprego-cai-para-416-no-brasil-diz-oit">Mais de 40% deles está na informalidade e no comércio ambulante</a>, como resultado da própria regulamentação trabalhista. Se nem todos os benefícios trabalhistas realmente fazem diferença para o trabalhador formal, e alguns até podem prejudicá-lo (como a poupança forçada no FGTS sob o menor rendimento do mercado), para o informal, fazem menos diferença ainda.</p>
<p>Para essa parcela da força de trabalho, benefícios trabalhistas a serem celebrados sob a bênção de autoridades governamentais “protetoras” do trabalhador não significam nada, em especial para camelôs e ambulantes, porque a polícia geralmente os reprime, sob várias justificativas, desde a ausência de licenças até revogações discricionárias destas. O 1º de Maio é mais um dia de pouco movimento em que não vale à pena tentar vender algo nas ruas, em uma economia informal que, anualmente, <a href="http://economia.terra.com.br/economia-informal-movimenta-r-730-bilhoes-em-2012-diz-pesquisa,2b38354e3fc90410VgnCLD200000bbcceb0aRCRD.html">movimenta centenas de bilhões de reais</a>, e que faz isso contornando o poder do estado.</p>
<p>O estado não representa a massa de trabalhadores. O estado enfraqueceu a luta dos verdadeiros trabalhadores e burocratizou as organizações espontâneas do trabalho. É tempo de pegar de volta o 1º de Maio.</p>
 <p><a href="http://c4ss.org/?flattrss_redirect&amp;id=26993&amp;md5=4c52c145602842f1172022731026122d" title="Flattr" target="_blank"><img src="http://c4ss.org/wp-content/themes/center2013/images/flattr.png" alt="flattr this!"/></a></p>]]></content:encoded>
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